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Augusto Aras pede aos chefes do MPF que atuem para evitar ataques no Brasil

Por Redação

Augusto Aras pede aos chefes do MPF que atuem para evitar ataques no Brasil
Foto: Divulgação

O procurador-geral da República, Augusto Aras, realizou reunião extraordinária com a Comissão Permanente de Atuação Coordenada para a Prevenção e Resolução de Crises e Conflitos (Cpac) do Ministério Público Federal (MPF) na tarde deste domingo (8). A reunião foi convocada para  acompanhar os desdobramentos de protestos violentos registrados em Brasília, avaliar e discutir providências capazes de identificar e punir os responsáveis pelos atos de caráter antidemocrático. 


Aras pediu aos procuradores-chefes das unidades do MPF no Brasil que atuem de forma conjunta com as forças de segurança de modo a evitar que os atos de vandalismo ocorram em outras partes do país. O PGR ainda determinou ainda a criação de canal específico para recebimento de vídeos, fotos ou prints de redes sociais que possam ajudar a identificar os responsáveis pelos atos criminosos como a invasão de prédios e depredação do patrimônio público. 
 
A Secretaria de Perícia, Pesquisa e Análise do MPF já foi acionada e irá atuar para preservar o material probatório necessário à punição dos infratores a partir de apurações a serem conduzidas pelos respectivos procuradores naturais dos casos.


Em vídeo divulgado na noite deste domingo, Aras repudiou a ação criminosa e detalhou as providências adotadas pelo MPF até o momento. “Tomando conhecimento da invasão, de depredação do patrimônio público, imediatamente determinei que as nossas instâncias competentes adotassem as providências cabíveis para apuração dos fatos e responsabilização dos culpados”, explicou. 
 
O PGR acionou a Procuradoria da República no Distrito Federal, órgão responsável pela apuração, pedindo a abertura de procedimento investigatório criminal visando a responsabilização dos envolvidos, e sugeriu ao procurador natural do caso a convocação do Gaeco para auxiliar nas investigações. Augusto Aras também solicitou ao procurador-geral de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios - que se encontra à frente do controle externo da atividade policial - que promova a averiguação de eventuais abusos ou qualquer episódio de omissão das forças policiais no caso. 
 
Desde o início dos protestos, na tarde deste domingo, Augusto Aras mantém contato permanente com as autoridades do Distrito Federal e do governo federal. “O Ministério Público, dentro de suas atribuições constitucionais e legais, vem cumprindo com seus deveres e lamenta que uma alternância de poder possa ter levado parte da população brasileira a atos de violência”, concluiu.