Presidente do STJ mantém prisão de Leandro Boldrini, pai do menino Bernardo
O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, negou a análise do pedido de habeas corpus para Leandro Boldrini, pai do garoto Bernardo, morto em 2014, no Rio Grane do Sul. A decisão monocrática foi divulgada na quinta-feira (23).
Boldrini foi levado a julgamento em 2019 e condenado a pena de 33 anos e oito meses de prisão por homicídio doloso quadruplamente qualificado, ocultação de cadáver e falsidade ideológica.
O advogado que faz a defesa de Boldrini, Ezequiel Vetoretti, afirmou ao g1 que um agravo regimental vai ser encaminhado ao Tribunal de Justiça do RS no dia 7 de janeiro, após o recesso, pedindo a liberdade do seu cliente.
"A possibilidade de liberdade do Leandro sequer foi analisada pelo STJ, uma vez que o Ministro Presidente entendeu que antes de analisar a possibilidade de soltura, deve a defesa esgotar as vias ordinárias e recorrer para o Primeiro Grupo Criminal, uma vez que a decisão que indeferiu a liberdade foi monocrática".
