Jatahy nega que haja oposição no TJ e garante busca por melhorias nas comarcas do interior
Por Mauricio Leiro / Bruno Leite
Escolhido como corregedor das Comarcas do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o desembargador Jatahy Fonseca Jr disse que não visualiza uma oposição no quadro de magistrados do Poder Judiciário baiano.
Presente na visita da nova mesa diretora eleita à Associação dos Magistrados da Bahia (Amab), na tarde desta quarta-feira (17), ele negou que seu nome representaria esse outro espectro político entre os demais e acrescentou que tem o intento de apoiar as comarcas do interior quanto as suas carências.
"Ontem, presidindo aqui na 5ª Câmara, eu disse que no Tribunal não tem oposição. A gente passa, a cada dois anos por, essa dificulade, poque voce tem que escolher entre amigos, colegas e pessoas que você conhece há décadas. É diferente de escolher o presidente da República, por exemplo, que tem um programa de governo, que é distante da gente", argumentou.
Jatahy disse que, apesar de estar alinhado a um concorrente do presidente eleito, Nilson Castelo, todos os candidatos que concorreram ao pleito, "porque todos os candidatos que se inscreveram são pessoas que têm relevantes serviços prestados a magistratura, ao Poder Judiciário da Bahia". "Qualquer um que fosse eleito nós sabíamos que estava em boas maõs", disse em tom elogioso.
Para ele, as "disputas passadas ficarão no passado". "Vamos tentar, cada um com sua colaboração, caminhar nesse rumo e só erguer o Tribunal de Justiça da Bahia a um lugar que nunca deveria ter saído", ressaltou.
Jatahy considerou que sua posição enquanto corregedor primordial para a orientação e à prestação de apoio. Com isso, ele afirmou que sua experiência como magistrado e da presença familiares na carreira seria um acréscimo à função: "Conheço bem as dificuldades que passa um juiz".
"O desembargador Nilson já disse isso para vocês, que tem vontade de apoiar os magistrados de Primeiro Grau. Eu espero trabalhar junto com ele, o presidente e os demais membnros da Corte, para melhorar nossa Justiça de Primeiro Grau, que é onde se faz a prestação jusrisdicional de imediato, somos órgãos revisores e precisamos dar as condições de trabalho", defendeu.
