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Sintaj é contra retomada de atividades presenciais no TJ-BA como proposto pela OAB
Foto: Cláudia Cardozo/ Bahia Notícias

O Sindicato dos Servidores dos Serviços Auxiliares do Poder Judiciário (Sintaj) se posicionou contra a proposta de retomada das atividades presenciais do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), apresentada pela seccional baiana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-BA). A OAB entregou ao presidente do TJ, desembargador Lourival Trindade, uma sugestão para retomada das atividades no dia 1º de outubro.  

 

Há a previsão de retorno das atividades presenciais no dia 1º, mas ainda de forma escalonada e seguindo um regime de rodízio. A coordenação do Sintaj considera a proposta da OAB-BA como “açodada e sem planejamento” e diz que é “completamente irresponsável e descabido. “É preciso deixar claro que os trabalhadores do Judiciário baiano não estão de férias. Seguem trabalhando de casa, proporcionando, inclusive, um grande aumento de produtividade para o tribunal, como já foi divulgado várias vezes pela própria instituição”, diz o sindicato. 

 

“Não é uma situação confortável, mas necessária. As consequências advindas do trabalho remoto, seja para as partes ou para os advogados, não são de responsabilidade dos servidores. Diante de uma pandemia grave, houve uma política responsável do TJ-BA. Não há culpados e não há ninguém se aproveitando da situação. O que há é uma priorização da vida”, afirma a entidade sindical. 

 

O Sintaj afirma que os servidores continuam trabalhando de casa, arcando com todos os ônus da modalidade de teletrabalho, e frisa que o retorno deve ocorrer “de forma gradual e responsável, para evitar que ocorra um surto no âmbito do Poder Judiciário baiano”. “Várias experiências ao redor do mundo mostram que retomadas de atividades presenciais feitas de forma irrefletida e no calor da emoção tiveram consequências desastrosas. Muita gente não se lembra, mas a pandemia ainda não acabou”, lamenta o sindicato. 

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