OAB quer opinar em ato do CNJ sobre casos envolvendo pessoas com deficiência e LGBTI
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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) pediu para ingressar como terceiro interessado na apreciação de atos normativos estabelecidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) sobre atendimento às pessoas com deficiência e à população LGBTI no âmbito criminal. Os atos são relatados pelo conselheiro Mário Guerreiro. 
 

Um dos atos vai definir o estabelecimento de procedimentos ao tratamento de pessoas acusadas, rés, condenadas ou privadas de liberdade e adolescentes em conflito com a lei com deficiência auditiva e/ou visual. A OAB afirma que o tema é do maior interesse da entidade e que acompanha os debates sobre o assunto por meio da Comissão Nacional de Direitos da Pessoa com Deficiência. 
 

O outro ato prevê o estabelecimento de diretrizes no âmbito criminal para o tratamento da população LGBTI. A Ordem argumenta que acompanha atentamente a matéria sob exame, notadamente por intermédio de sua Comissão Especial da Diversidade Sexual e Gênero e da Comissão Nacional de Direitos Humanos. 
 

Dessa forma, diante da repercussão dos temas em debate no CNJ, a Ordem requer a admissão como terceiro interessado para receber os processos no estado em que se encontram e para ser intimada regularmente dos próximos atos processuais. 

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