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Justiça determina que denúncias de assédio contra Emanoel Araújo no Facebook sejam retiradas

Justiça determina que denúncias de assédio contra Emanoel Araújo no Facebook sejam retiradas
Foto: Rafael Arbex

Os autores das denúncias de assédio do curador, ativista e diretor do Museu Afro do Brasil, Emanoel Araújo, poderão ser multados por postagens no Facebook, segundo documento emitido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. De acordo com informações do estadão, a decisão foi assinada pelo Juiz de Direito, Dr. Fabio Aguiar Munhoz Soares, informando que a empresa Facebook será acionada para que exclua postagens consideradas ofensivas e eventuais compartilhamentos, juntamente com o bloqueio de novas postagens, caso contrário, “corre-se o sério risco de macular irremediavelmente a imagem do autor, pessoa pública”. Na última terça-feira (26), Araújo rebateu denúncias que estariam ligadas à demissão da funcionária Renata Felinto, criticada por Araújo no programa Roda Viva da TV Cultura, exibido no dia 18 de dezembro. O diretor, contudo, não quis comentar o caso particular da ex-funcionária, que teria movido uma ação trabalhista e recebido indenização do museu. Mais tarde, o massagista Felinto dos Santos escreveu um post intitulado “Emanoel Araújo: Abusador com salvo conduto a nos evocar memórias de capitães do mato. ” Em seguida, foi a vez de Newman Costa, que trabalhou no museu e conheceu o diretor em 2006.