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MPF nega informação de que sofreria prejuízos sob comando de Raquel Dodge

MPF nega informação de que sofreria prejuízos sob comando de Raquel Dodge
Foto: Antônio Augusto / Secom / PGR

Em meio às especulações de que o Ministério Público Federal (MPF) sofreria "prejuízos em áreas sensíveis, como a cooperação internacional" após a passagem de comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) para Raquel Dodge, o secretário de Cooperação Internacional da PGR, Vladimir Aras, desmentiu o boato. A informação foi veiculada primeiro pela revista Época, na última sexta (30). A publicação dizia ainda que alguns procuradores ameaçavam abandonar seus cargos se a subprocuradora for confirmada como sucessora de Rodrigo Janot (veja aqui). Em nota de esclarecimento, o MPF ressalta que está devidamente estruturado e que o procurador que assumir a Secretaria de Cooperação Internacional (SCI) em setembro deste ano terá todas as condições de manter o modelo adotado nos últimos anos. O próprio Janot, destacado como oposto de Raquel, defendeu a legitimidade da escolha do presidente Michel Temer (PMDB). A subprocuradora foi a segunda mais votada na lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), atrás do subprocurador-geral Nicolao Dino.