Amab defende melhor estrutura e redução de sobrecarga para elevar produtividade do TJ-BA
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A Associação dos Magistrados da Bahia (Amab) afirmou nesta terça-feira (18) que para o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA)melhorar a produtividade, uma vez que ele é o sétimo pior do país em produtividade (veja aqui), deverá ocorrer uma melhoria da estrutura e uma redução da sobrecarga de trabalho. De acordo com o presidente da Amab, há um déficit de mais de 200 magistrados e carência nas comarcas, que em 65 delas os juízes não contam com assessor. "Os juízes são carentes de servidores, material humano, informática eficiente, estrutura física, segurança, entre diversos outros problemas. Sabemos, porém, que o Tribunal de Justiça da Bahia tem limitações orçamentárias. O Judiciário do estado não é o mais perfeito, mas os juízes se esforçam pra atender a comunidade com eficiência", afirmou Pitta Lima. Ainda de acordo com o presidente, o relatório "Justiça em Números", divulgado nesta segunda pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que aponta que os magistrados baianos baixaram 675 mil processos, com 526 sentenças, totalizando uma média de três processos por dia por juiz, sem considerar fins de semana e feriados. “O relatório permite concluir que não se pode culpar os juízes pela demora”, concluiu.
