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Em voto, Ministro Aurélio defende voto aberto e ilegitimidade das candidatura avulsas

Por Marcos Maia

Em voto, Ministro Aurélio defende voto aberto e ilegitimidade das candidatura avulsas
Foto: Nelson Jr./SCO/STF
Em sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) para definir o rito do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, o ministro Marco Aurélio baseou seu voto em divergências com a argumentação do relator e ministro Luiz Edson Fachin. Dessa forma, Aurélio mostrou-se na tarde dessa quinta-feira (17) a favor do voto aberto para eleger integrantes da comissão especial do impeachment e em defesa a ilegitimidade das candidatura avulsas. O ministro também defendeu o poder do Senado de não abrir processo, acompanhando dessa forma, a corrente encabeçada pelo ministro Luís Roberto Barroso. Seu voto fechou maioria quanto a autonomia do Senado. Dessa forma, a Câmara autoriza processo mas é a casa decide se instaura ou não o processo de impeachment. O afastamento do chefe do executivo só seria decidida pelo Senado após instauração do tramite.