Defensoria Pública começa a coletar provas de tiroteio no Nordeste de Amaralina
Lilian Santos, uma das vítimas do tiroteio | Foto: Reprodução/ TV Bahia
A Defensoria Pública da Bahia, em uma nota pública, afirmou que está coletando provas do tiroteio ocorrido no Nordeste de Amaralina, na última terça-feira (1). A coleta de provas começou a ser realizada após uma reunião com as famílias das vítimas e com líderes das três comunidades que compõem o bairro. A instituição vai adotar as medidas judiciais cabíveis (Clique aqui e saiba mais). A Defensoria Pública, por meio da 10ª DP de Direitos Humanos, também está acompanhando junto a Corregedoria Geral da Secretaria de Segurança Pública a apuração da denúncia feita pela mãe de Lilian Santos, vítima fatal do tiroteio. A família está sendo assistida pela Defensoria Pública em todos os aspectos jurídicos decorrentes do falecimento. A Defensoria ainda foi informada de que as duas das três crianças atingidas pelas balas estavam em uma creche comunitária. A instituição tem feito contato com a família de uma das crianças que ainda está internada no Hospital Geral do Estado para representá-la oficialmente. De acordo com a nota, o órgão diz que acolheu todos os familiares das vítimas, e que, “diante dos fatos gravíssimos e não publicáveis que ouviu da comunidade”, fará também uma ação itinerante nas três comunidades com os defensores públicos de Direitos Humanos.
