Impedidos de entrar, servidores do Sintaj se concentram em frente ao Fórum do Imbuí
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Os servidores auxiliares do Judiciário baiano, em greve desde o último dia 24 de julho, estão concentrados desde a manhã desta segunda-feira (24) em frente ao Fórum Regional do Imbuí, em protesto pela falta de avanço nas negociações com o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) sobre as reivindicações da categoria. Os serventuários foram proibidos de adentrar a unidade após uma representação da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) no Ministério Público da Bahia (MP-BA). Na ação, a entidade da advocacia exige a manutenção de 30% do efetivo trabalhando, além do cumprimento das medidas de urgência e a proibição de protestos em prédios do Poder Judiciário. Em caso de descumprimento dessa última exigência,o Sindicato dos Servidores dos Serviços Auxiliares do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Sintaj) está sujeito a multa diária de R$ 3 mil. A sentença foi decretada na última sexta-feira (21), pelo desembargador José Cícero Landin Neto. A ação da OAB-BA gerou um mal estar nas relações entre a instituição e o Sintaj, que repudiou a atitude da entidade. Entretanto, apesar das restrições, os servidores afirmam estar confiantes na força do movimento paredista. “Com o cumprimento da liminar nós passamos a fazer a manifestação do lado de fora do prédio. Mas isso não diminui em nada a força do movimento. Pelo contrário, nós ficamos ainda mais fortalecidos porque a injustiça continua”, afirmou Adriana Pondé, coordenadora de comunicação e imprensa do Sintaj. Os serventuários pedem reajuste nos salários e aumento no valor do auxílio-alimentação. A proposta de reajuste linear já foi encaminhada pelo TJ-BA à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA).
