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‘A portaria chega de forma abençoada’, diz corregedor-geral do TJ sobre decisão do CNJ

Por Estela Marques / Luiz Fernando Teixeira

‘A portaria chega de forma abençoada’, diz corregedor-geral do TJ sobre decisão do CNJ
Foto: Estela Marques / Bahia Notícias
Durante reunião com os oficiais de justiça da Bahia, o corregedor-geral do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), José Olegário louvou a intervenção de funcionários da segunda instância, que foram deslocados para atuar na primeira após decisão da corregedora nacional de Justiça, ministra Nancy Andrighi. “A portaria chega de forma abençoada. Esse regime especial de trabalho no fim do ano vai fazer com que a feição das nossas atividades seja outra. Com certeza a própria sociedade, as partes, vão nos olhar de outras formas. Precisamos estar organizados, os cartórios precisam estar bem montados, para que nos olhem inclusive com mais respeito", disse Olegário. O corregedor lembrou que eles já chegaram a mais de 100 mil atos praticados pelos servidores do TJ nos cartórios, em 20 dias úteis de atuação. “Não tem problema de frequência, todos estão indo trabalhar e a ideia está sendo de ajudar”, declarou. De acordo com Olegário, os oficiais de justiça devem ser mais valorizados pelo TJ, com a requisição de novos computadores e uma nova central para mandados. “Nos preocupamos com a segurança dos servidores, que vão a lugares que nem a polícia vai sozinha. Vamos contatar a Secretaria de Segurança Pública e a Polícia Militar para que requisitem auxilio da força pública quando necessário, sem burocracias”, disse Olegário. O juiz corregedor Justino Farias, encarregado da central de mandados, afirmou ser viável a instalação de uma nova sede, desde que haja uma estrutura compatível. ”Temos pessoas comprometidas que gostam do que fazem, são os pés e as mãos da Justiça, mas pra que se possa desenvolver esse trabalho é preciso apoio”, salienta.