Justiça decreta prisão preventiva de suspeitos de falsificar agrotóxicos
Foto: César Tadeu / EPTV
Foram 22 presos durante a Operação Lavoura Limpa, que ocorreu nas regiões de Franca (SP), Ribeirão Preto (SP) e Araxá (MG). Destes suspeitos de falsificar agrotóxicos, 20 devem permanecer na cadeia até o julgamento, depois que a Justiça acatou o pedido de prisão preventiva feito pelo Ministério Público. Outros sete suspeitos foragidos também devem cumprir a decisão.
A quadrilha atuava em oito estados brasileiros, e dois dos que cumpriam prisão temporária colaboraram com as investigações e devem responder aos crimes em liberdade. A dupla deixa a cadeia em Batatais (SP) neste domingo (14).
A identidade dos suspeitos não foi divulgada e, segundo o G1, o pedido de prisão preventiva foi feito pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), após interrogatórios realizados durante a semana. Todos responderão por organização criminosa, falsificação e adulteração de agrotóxico, falsificação de documento, crime contra a relação de consumo e lavagem de dinheiro.
O grupo foi desarticulado na última sexta (12) pelo Gaeco e cinco armas, munições e mais de 60 veículos, entre carretas, caminhonetes, motos e uma lancha, foram apreendidos.
