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Executiva processa Tinder por assédio sexual e discriminação

Executiva processa Tinder por assédio sexual e discriminação
Whitney Wolfe | Foto: Reprodução
A ex-presidente de marketing da Tinder, Whitney Wolfe denunciou a empresa por assédio sexual e discriminação. O processo foi apresentado à Justiça nesta última segunda-feira (30), em Los Angeles. A ex-presidente alega ter sido vítima de comportamentos inapropriados pelo confundador do grupo, Justin Mateen. Segundo Wolfe, ela foi chamada de “piranha” em frente ao diretor executivo, Sean Rad, e ainda recebeu comentários "sexistas e racistas em e-mails e mensagens de texto". Wolfe tentou resolver a questão de forma extrajudicial, mas não obteve êxito. "Eu esperava que isso se resolveria de forma confidencial, mas depois de meses de tentativas frustradas, decidi entrar com esse processo" - explicou a vice-presidente em um comunicado oficial. Mateen foi afastado das funções da empresa depois das acusações. Na ação, Wolfe ainda diz que Mateen e Rad "representam o pior do estereótipo de macho alfa misógino que frequentemente se associa com as startups tecnológicas”. A autora da ação e o réu tiveram uma relação amorosa em 2013, enquanto trabalhavam na empresa, mas após o término, a ex-presidente passou a ser assediada por insultos de Mateen. A Match.com e a IAC, empresas proprietárias do Tinder, também foram incluídas no processo. A empresa do aplicativo de relacionamentos ainda usava a imagem da executiva para atrair mulheres para participar da rede.