Conferência Global sobre Trabalho Infantil: 98 milhões de crianças trabalham na agricultura
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A exploração e erradicação da mão de obra infanto-juvenil serão discutidas na 3ª Conferência Global sobre o Trabalho Infantil até esta quinta-feira (10), em Brasília, na primeira vez que o evento acontece em um país fora da Europa. O encontro começa nesta terça (8), com abertura da presidente Dilma Rousseff e do diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, que faz sua primeira visita o Brasil. Delegações de mais de 190 países membros e observadores da Organização das Nações Unidas (ONU) devem participar da conferência.
De acordo com dados da OIT, o trabalho infantil, no mundo, reduziu um terço entre 2000 e 2012. Em números, a quantidade crianças em situação de trabalho reduziu de 246 milhões para 168 milhões. Entre 1992 e 2011, o Brasil reduziu 57% da exploração da mão de obra infanto-juvenil, de meninos e meninas com idades entre 5 e 17 anos. O maior número de crianças em atividade no mercado de trabalho está na Ásia. São 78 milhões de pequenos em atividades laborais, o que representa 46% do total. No mundo, são 98 milhões (59%) de crianças e adolescentes trabalhadores na agricultura. Os setores de serviços (54 milhões) e da indústria (12 milhões) também mostram incidência de uso de mão de obra infantil, especialmente na economia informal.
De acordo com dados da OIT, o trabalho infantil, no mundo, reduziu um terço entre 2000 e 2012. Em números, a quantidade crianças em situação de trabalho reduziu de 246 milhões para 168 milhões. Entre 1992 e 2011, o Brasil reduziu 57% da exploração da mão de obra infanto-juvenil, de meninos e meninas com idades entre 5 e 17 anos. O maior número de crianças em atividade no mercado de trabalho está na Ásia. São 78 milhões de pequenos em atividades laborais, o que representa 46% do total. No mundo, são 98 milhões (59%) de crianças e adolescentes trabalhadores na agricultura. Os setores de serviços (54 milhões) e da indústria (12 milhões) também mostram incidência de uso de mão de obra infantil, especialmente na economia informal.
Os conferencistas farão um balanço das ações para erradicar as piores formas do trabalho infantil até 2016. A meta foi estabelecida no evento realizado em 2010, em Haia, na Holanda. As piores formas de trabalho infantil são atividades perigosas, que tenham efeitos nocivos à segurança física ou mental, ao desenvolvimento ou à moral da criança e do adolescente. Este ano, a OIT encabeça uma campanha para erradicar o trabalho infantil doméstico, tipificado como uma das piores formas de trabalho na Lista TIP. No Brasil, quase 260 mil crianças trabalham como domésticas.
