Greenpeace promete apelar contra prisão de ativistas
Foto: Rex Weyler
A ONG Greepeace anunciou, nesta sexta-feira (27), que vai recorrer de todas as decisões judiciais aplicadas aos 30 ativistas do grupo que foram acusados pela Justiça da Rússia de pirataria, depois de protestarem contra uma plataforma de gás que o país mantém no Ártico. “Faremos o possível para recorrer de cada infração processual, de cada violação do direito internacional que, segundo a Constituição russa é de cumprimento obrigatório no território dela”, afirmou Antón Benislavski um dos coordenadores da Greenpeace Rússia. Os ativistas tiveram a prisão preventiva decretada, nesta quinta-feira (26), e foram detidos tentando escalar a plataforma Gazprom, que fica no Mar de Barents. O tribunal do distrito de Lenin, na cidade de Murmansk (Noroeste da Rússia), deliberou que 22 ativistas vão permanecer em prisão preventiva por dois meses, durante o processo de investigação do caso. A corte decidiu ainda manter em prisão preventiva por 72 horas os demais ativistas da organização ecológica. Segundo a Greenpeace, os ativistas detidos são originários de 19 países: da Rússia, dos Estados Unidos, da Argentina, do Reino Unido,do Canadá, da Itália, Ucrânia, de Nova Zelândia, da Holanda, Dinamarca, Austrália, do Brasil, da República Checa, Polônia, Turquia, Dinamarca, Finlândia, Suécia e da França.
