Mulher de Cachoeira é indiciada pela Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) indiciou a mulher do empresário Carlinhos Cachoeira, Andressa Mendonça, por corrupção ativa. Andressa teria tentado chantagear o juiz Alderico Rocha dos Santos responsável pela Ação Penal resultante da Operação Monte Carlo que levou à prisão de Cachoeira. Com o objetivo de conseguir a soltura do marido, Andressa teria tentado constranger Rocha anotando em um pedaço de papel uma lista de nomes que estariam em um suposto dossiê com informações comprometedoras sobre o juiz. O documento só não seria revelado se o magistrado revogasse a prisão preventiva do bicheiro.
Além de Alderico Santos, a PF ouviu uma funcionária da Justiça que presenciou o início da conversa entre os dois. A PF fez um exame da letra no papel entregue ao juiz e concluiu que não havia "sinais indicativos de que tais manuscritos questionados tenham sido produzidos por outro punho que não o de Andressa Alves Mendonça". Para a polícia alguém repassou as informações sobre Rocha para ela. O Ministério Público solicitou à PF busca e apreensão na casa de Andressa, o que ocorreu em 30 de julho. Foram apreendidos papéis e computadores. A polícia também obteve as imagens das câmeras de segurança de Andressa entrando no gabinete de Alderico.
Além de Alderico Santos, a PF ouviu uma funcionária da Justiça que presenciou o início da conversa entre os dois. A PF fez um exame da letra no papel entregue ao juiz e concluiu que não havia "sinais indicativos de que tais manuscritos questionados tenham sido produzidos por outro punho que não o de Andressa Alves Mendonça". Para a polícia alguém repassou as informações sobre Rocha para ela. O Ministério Público solicitou à PF busca e apreensão na casa de Andressa, o que ocorreu em 30 de julho. Foram apreendidos papéis e computadores. A polícia também obteve as imagens das câmeras de segurança de Andressa entrando no gabinete de Alderico.
De acordo com o relatório da PF não há duvidas de que Andressa Realmente tentou obter vantagem indevida chantageando Rocha. O advogado de Andressa, Ney Moura, diz que o indiciamento "é fruto de mera perseguição" contra sua cliente. Segundo ele, se tivesse ocorrido algum crime, o juiz teria prendido Andressa em flagrante, o que não ocorreu. Para o advogado, o indiciamento foi feito para "criar mais um factóide", visando prejudicar Andressa. Informações da Folha.
