Modo debug ativado. Para desativar, remova o parâmetro nvgoDebug da URL.

Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Justiça
Você está em:
/
/
Justiça

Notícia

Reajuste de salários do servidores do Judiciário deve ficar de fora de Orçamento de 2013

Reajuste de salários do servidores do Judiciário deve ficar de fora de Orçamento de 2013
Previsão é do deputado Paulo Pimenta (PT-SP)

O reajuste do salário dos servidores do Poder Judiciário para 2013 poderá ficar de fora da votação orçamentária do Congresso Nacional para o próximo ano. De acordo com o presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), será difícil incluir a peça na votação. Segundo Pimenta, em declaração ao Valor Econômico, nesta segunda-feira (12), a votação do orçamento do Judiciário não é uma questão dele, mas que ele pensa que “o Judiciário só pensa a questão do ponto de vista corporativo” e que os parlamentares não enxergam desta forma. “Acredito que, social e politicamente, é muito difícil que a sociedade e o Congresso analisem a questão pela mesma ótica", afirma.

Na semana passada, o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que o Parlamento apreciasse a proposta de orçamento enviada pelo Judiciário, a pedido de um mandado de segurança da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), da Associação Nacional dos Magistrados (AMB) e da Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra). O presidente da CMO disse que a decisão de Fux está sendo analisada pela equipe técnica da comissão e disse que a inclusão dos aumentos para os servidores do Judiciário será votada pelos deputados para atender à medida. Pimenta acredita a aprovação do reajuste proposto será difícil por elevar as despesas do próximo ano sem informar a fonte de recursos. O deputado afirmou que o Congresso olha o “orçamento pensando no todo, na educação, saúde, infraestrutura, no resto do pessoal. Para dar um aumento que é de quase R$ 8 bilhões a mais esse recurso tem que ser retirado de algum lugar. Infelizmente, não há recurso para isso", apontou.