Piloto de caça que quebrou vidros do STF não é punido, diz Aeronáutica
O piloto do caça da Aeronáutica que fez o rasante sobre o Planalto em 1º de julho, provocando a quebra de vidros do prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), não foi punido pelo ato e já retornou ao trabalho, segundo a Força Aérea Brasileira (FAB). O piloto foi submetido a um conselho operacional, formado por militares, para investigar o ocorrido. Esta apuração concluiu que ele agiu de forma imprudente, “deixando a velocidade aumentar para 1.100 km/h, o que gerou uma onda de choque que quebrou vidraças de órgãos públicos e residências”, informou em nota a Aeronáutica nesta sexta-feira (24). De acordo com a FAB, “ele recebeu orientações do comando da unidade aérea e retornou as atividades de voo de defesa aérea no dia 26 de julho”. No dia seguinte à demonstração em que houve a quebra dos vidros, a Aeronáutica divulgou que o piloto havia sido afastado das funções e passaria por avaliação operacional, podendo receber alguma punição. Informações G1.
