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‘Tratam a rotina bancária como crime’, diz advogado do ex-diretor do Banco Rural

‘Tratam a rotina bancária como crime’, diz advogado do ex-diretor do Banco Rural
Foto: José Cruz/ABr
O advogado Maurício de Oliveira Campos Júnior, defensor de Vinícius Samarane, ex-diretor do Banco Rural acusado de participar na liberação dos falsos empréstimos ao publicitário Marcos Valério, subiu à tribuna do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (8), para defender seu cliente.  "Em primeiro lugar, é preciso dizer que esta acusação que se faz contra Vinicius Samarane tem características um tanto inusitadas", afirmou o advogado, ressaltando que nenhum dos integrantes do Banco Rural é acusado de desvio de dinheiro público ou corrupção. "Tratam a rotina bancária como crime". O advogado de Samarane, que hoje é vice-presidente do Banco Rural, disse que “o excesso da acusação parece evidente". "Arrasta-se para esse processo pessoas que não se encontram no tempo do que ocorreu. As rotinas bancárias eram, segundo o Banco Central, praticadas por todas as instituições financeiras do país naquele tempo”, argumentou.  Além disso, o advogado afirmou que seu cliente não participou de atos de gestão atribuídos a ele, pois ele não era gestor nos tempos da denúncia da procuradoria.