Julgamento do mensalão: Acusação contra integrantes do Banco Rural
De acordo com Gurgel, a presidente do Banco Rural na época, Kátia Rabello, e os diretores José Roberto Salgado, Ayanna Tenório e Vinícius Samarane sabiam da atividade ilícita do dinheiro. O Banco Rural repassou, através de empréstimos fictícios, R$ 32 milhões para o mensalão. A cúpula do Banco Rural descreve o procurador, serviu à quadrilha de Valério desde 1998. O objetivo, ao aceitar a parceria com Marcos Valério, era fechar com o governo federal a liquidação do Banco Mercantil de Pernambuco, que ultrapassaria a casa do "bilhão de reais". A defesa do Banco Rural disse que tinha recibos dos repasses de dinheiro feitos, mas, segundo o procurador-geral, não informaram ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e às autoridades os fatos suspeitos, impedindo uma investigação sobre o caso.
