Acusado de matar Dorothy Stang pede revogação de prisão preventiva
A defesa do fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, condenado a 30 anos de prisão pela morte da missionária norte-americana Dorothy Stang, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a revogação de sua prisão preventiva. A defesa alega que é a terceira vez que Regivaldo tem a prisão preventiva decretada pelo mesmo motivo e pediu uma medida liminar em habeas corpus para aguardar em liberdade o julgamento final do STF. Os advogados ainda afirmam que o fazendeiro se apresentou à autoridade policial “antes mesmo que esta fosse informada da constrição cautelar”. O relator do pedido é o ministro Marco Aurélio por também relatar outra requisição de habeas corpus, que foi interrompido em abril, após um pedido de vista do ministro Dias Toffoli. De acordo com as investigações, Rayfran das Neves Sales é apontado como o executor do crime, com ajuda de Clodoaldo Carlos Batista. Eles agiram a mando de Amair Feijoli da Cunha, Vitalmiro Bastos de Moura e Regivaldo Pereira Galvão, mediante pagamento de R$ 50 mil e foram condenados.
