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Thomaz Bastos repudia representação que o acusa de receber honorários de fonte ilícita

Thomaz Bastos repudia representação que o acusa de receber honorários de fonte ilícita
O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, que atualmente defende o empresário de jogos ilícitos Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, repudiou na, última sexta-feira (1º), a representação apresentada pelo procurador regional da República no Rio Grande do Sul, Manoel Pastana
, por suposta prática de crime de lavagem de dinheiro ou receptação não intencional de recursos de atividades criminosas. Em nota, Thomaz Bastos argumenta que a representação “trata-se de retrocesso autoritário incompatível com a história democrática do Ministério Público”. Segundo ele, o procurador “confunde deliberadamente” réu e advogado. No último dia 29, o procurador entrou com ação na Procuradoria da República em Goiás contra o ex-ministro e alegou que os honorários pagos pelo contraventor seriam de fonte ilícita. Na representação, Pestana ainda pede a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Thomaz Bastos e informações ao Conselho de Atividades Financeiras (Coaf) sobre possíveis movimentações ilegais de dinheiro no exterior. De acordo com Thomaz Bastos, os honorários recebidos por seu escritório para a defesa de Carlinhos Cachoeira respeitam as leis do país e seguem as diretrizes do Código de Ética da Advocacia. Informações do site Última Instância.