Jurista BN: Leitor defende postura de Márcio Thomaz Bastos
Por Clara Luz
O ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, atual advogado de defesa Carlos Augusto Ramos, o Cachoeira, publicou um artigo no jornal Folha de São Paulo, nesta terça-feira (29), em que fala sobre o direito a “liberdade para defender a liberdade”, em alusão às críticas por ter aceitado defender o bicheiro. Em razão da polêmica, a Coluna Justiça do Bahia Notícias perguntou a seus leitores e jurista se é ético um ex-ministro defender alguém acusado de envolvimento em esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.
Para o leitor e advogado Joel Pinheiro qualquer pessoa tem o direito de defesa e as pessoas não devem confundir o advogado com o caso que ele está defendendo. “Pode não ser muito simpática a figura de um ex-ministro da Justiça defendendo um indiciado como o Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira. Contudo, qualquer pessoa tem o direito de defesa. O que não se deve é confundir o advogado que está defendendo a pessoa ou o (s) crime(s) praticado (s) por ela, tampouco a origem do dinheiro a ser pago a título de honorários advocatícios”, pondera. Além disso, Joel sustenta que as pessoas que criticam advogados que defendem pessoas como Carlinhos Cachoeira são leigos que não entendem da profissão advocatícia.
Para o leitor e advogado Joel Pinheiro qualquer pessoa tem o direito de defesa e as pessoas não devem confundir o advogado com o caso que ele está defendendo. “Pode não ser muito simpática a figura de um ex-ministro da Justiça defendendo um indiciado como o Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira. Contudo, qualquer pessoa tem o direito de defesa. O que não se deve é confundir o advogado que está defendendo a pessoa ou o (s) crime(s) praticado (s) por ela, tampouco a origem do dinheiro a ser pago a título de honorários advocatícios”, pondera. Além disso, Joel sustenta que as pessoas que criticam advogados que defendem pessoas como Carlinhos Cachoeira são leigos que não entendem da profissão advocatícia.
