Caso Neylton: Aglaé e Tânia são chamadas para depor, mas não comparecem
Por Cláudia Cardozo / Patrícia Conceição
A ex-subsecretária municipal de Saúde, Aglaé Amaral Sousa, e a ex-consultora Tânia Maria Pimentel Pedroso, suspeitas de serem mandantes do assassinato do servidor Neylton Souto da Silveira, em janeiro de 2010, foram chamadas para depor como testemunhas do caso, mas não compareceram ao Fórum Ruy Barbosa, onde ocorre o julgamento iniciado nesta quinta-feira (17). Os advogados das duas apresentaram o mesmo comunicado de impedimento ao juiz Cássio Miranda, que preside a sessão, e justificaram problemas de saúde e também financeiros para realizar a viagem de São Paulo, onde estão atualmente, para a capital baiana. Nesta quinta, o advogado de Aglaé, Marcus Mello, provocou a fúria de representantes do Ministério Público (MP) por ter passado o dia na audiência de olho nos depoimentos das testemunhas. Após o reconhecimento de terreno, o advogado deixou o fórum e não voltou ao local nesta sexta (18), segundo dia de julgamento.