Ministro da defesa diz que MP é órgão autônomo sobre caso Curió
O ministro da Defesa, Celso Amorim, afirmou nesta sexta-feira (16) que não vai opinar sobre a decisão do Ministério Público Federal (MPF) de denunciar à Justiça o coronel da reserva do Exército Sebastião Curió, porque o Ministério Público (MP) é um órgão autônomo.
O MP acusa Curió de ter sequestrado cinco pessoas, capturadas durante repressão à Guerrilha do Araguaia na década de 1970 e que continuam desaparecidas.
O Ministério Público sustenta que o caso não se enquadra na Lei de Anistia, porque se trata de um sequestro no qual as vítimas estão desaparecidas. Sem a confirmação das mortes, a entidade trata o caso como um sequestro ainda em execução. Informações Folha de São Paulo.
