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CNJ pretende criar banco de dados sobre estrangeiros presos

CNJ pretende criar banco de dados sobre estrangeiros presos
Foto: Antônio Cruz
Um banco de dados pode facilitar o processo de expulsão dos estrangeiros que são presos no Brasil. O sistema foi apresentado na última sexta-feira (9), pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O juiz auxiliar da Presidência do CNJ, Luciano Losekann, explica que a intenção do sistema é melhorar o processo de comunicação entre as instituições que lidam com os presos estrangeiros no Brasil. 

A falta de comunicação entre polícia, juízes e Ministério da Justiça aumenta ainda mais o tempo de permanência no país do preso estrangeiro. Existem cerca de  3 mil estrangeiros sob custódia no Brasil, de acordo com os dados mais recentes do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça. 

A ideia é que o banco de dados fique centralizado no site do CNJ. Ali, o delegado registra a prisão do cidadão. Em seguida, o banco passaria a ser alimentado por juízes, que informariam o sistema do recebimento da denúncia, de uma eventual condenação e da progressão do regime do preso.