Júri decidirá destino de Lindemberg nesta quarta-feira
O futuro de Lindemberg Alves, 25, acusado de matar a ex-namorada Eloá Pimentel, em 2008, será decidido nesta quarta-feira (15). Até a noite, os sete jurados decidirão se o réu é um rapaz agressivo, rejeitado, que premeditou o assassinato da ex-namorada, ou ummenino trabalhador apaixonado, que invadiu o apartamento de Eloá para tentar se reconciliar, e que diante da pressão da polícia e do assédio da mídia, acabou cometendo o crime. Lindemberg apresentará neste último dia de julgamento, pela primeira vez, a sua versão dos fatos à Justiça.
O Ministério Público Estadual sustenta a tese que Lindemberg tem natureza agressiva e premeditou o assassinato de Eloá. A imagem violenta do réu foi sustentada no plenário pelos irmãos da vítima ao afirmar que ele seria “um monstro” e que não merece perdão. A defesa, por outro lado, tenta atribuir à imprensa e a polícia uma parcela da culpa pela conduta de Lindemberg, e pode trabalhar ainda com a tese de que as balas que mataram a jovem não partiram da arma do acusado. A defesa pode usar como estratégia a negação da autoria dos disparos para confundir os jurados, já que na sustentação, a advogada não precisa provar nada, só levantar hipóteses e dúvidas.
O Ministério Público Estadual sustenta a tese que Lindemberg tem natureza agressiva e premeditou o assassinato de Eloá. A imagem violenta do réu foi sustentada no plenário pelos irmãos da vítima ao afirmar que ele seria “um monstro” e que não merece perdão. A defesa, por outro lado, tenta atribuir à imprensa e a polícia uma parcela da culpa pela conduta de Lindemberg, e pode trabalhar ainda com a tese de que as balas que mataram a jovem não partiram da arma do acusado. A defesa pode usar como estratégia a negação da autoria dos disparos para confundir os jurados, já que na sustentação, a advogada não precisa provar nada, só levantar hipóteses e dúvidas.
Acredita-se que a advogada Ana Lucia Assad, apresente o argumento por haver contradição na perícia. O exame residuográfica não constatou pólvora nas mãos de Lindemberg após o crime, mas a mesma perícia comprovou que o calibre do revolver de onde saíram as balas era 32, o mesmo que o réu usava. Outra possibilidade é usar a tese de crime passional.
