CNJ mantém monitoramento dos casos de crimes ainda sem solução na Justiça
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mantém um monitoramento constante com o intuito de apressar a conclusão dos processos. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por iniciativa de seu presidente, Ophir Cavalcante, foi quem estimulou o CNJ para que o julgamento dos assassinos aconteça em 2012. Ele destacou que é imprescindível uma resposta firme do poder público para na repassar à sociedade a sensação de impunidade. De acordo ainda com Ophir, a participação da imprensa é fundamental para manter o Judiciário atento aos casos que se arrastam ao longo dos anos sem solução.
Alguns casos de repercussão que o CNJ está monitorando:
1- A morte do paciente psiquiátrico Damião Ximenes Lopes, por maus-tratos, na Casa de Repouso Guararapes de Sobral, no Ceará, em 1999, resultou em denúncia contra o Brasil no órgão internacional e será acompanhado pela Corregedoria Nacional.
2- Roselândio Borges Serrano ficou tetraplégico, depois de ter sido baleado pelas costas por policiais militares na favela de Peixinhos, perto de Olinda (PE). Teve grande repercussão nacional e internacional e está sendo acompanhado pela Corregedoria Nacional.
3- O CNJ, monitora o caso da missionária Dorothy Stang, assassinada em 2005, no município de Anapu, Pará.