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Programa em presídios baianos promove ressocialização de detentos através do trabalho

Oitocentos internos foram inseridos mensalmente em atividades laborativas com a possibilidade de gerar renda nos presídios e colônias penais de Salvador e do interior do estado em 2011, de acordo com relatório divulgado recentemente pela Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização, pasta criada com o objetivo de concentrar ações para melhorar o sistema carcerário no estado.

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) é o primeiro parceiro do projeto e, em apenas um ano, absorveu dez presos do regime semiaberto, com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH) através do programa Começar de Novo. Na Penitenciária Lemos Brito, em Salvador, há um exemplo claro de ressocialização, pois 96 presos só no mês de setembro foram contemplados com atividades laborais.


Outros parceiros do projeto são a Fundação Dom Avelar, ligada à Arquidiocese de Salvador, que desenvolveu em 2011 mais de 40 cursos nos conjuntos penitenciários da capital e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que em julho deste ano trouxe o conhecimento do empreendedorismo pessoal para os egressos interessados em gerir o próprio negócio.