Mutirão Carcerário do CNJ concede liberdade a mais de 2 mil presos, mas situação ainda é caótica
O primeiro Mutirão Carcerário realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), após sete meses de trabalho no estado de São Paulo, reconheceu o direito à liberdade de 2,3 mil pessoas que estavam presas. Desse total, 400 já tinham cumprido suas penas e outros 1.890 detentos receberam liberdade condicional. De acordo com a reportagem publicada no site Última Instância, as falhas na execução penal foram corrigidas, mas em alguns centros de detenção a equipe de reportagem constatou diversas precariedades. De cada três presos, um cumpre a pena nos presídios de São Paulo, que tem a maior população carcerária estimada em 170 mil presos antes do mutirão do CNJ.
