MPF investiga prefeitos e ex-prefeitos por corrupção
Pelo menos 382 ações de improbidade administrativa e 259 denúncias contra prefeitos e ex-prefeitos de 17 estados brasileiros foram propostas de janeiro a novembro de 2011 pelo Ministério Público Federal. Á casos em que o desvio de verbas públicas chega a R$ 9 milhões. O MPF está investigando os agentes públicos envolvidos em esquemas de corrupção e tem trabalhado para puni-los e recuperar as verbas desviadas. Os principais casos são de desvio de verbas públicas, não prestação de contas, corrupção, crime de responsabilidade, peculato e concussão.
O ex-prefeito do município de Iguatins (TO), Manoel Farias Vidal é réu em cinco ações propostas pelo MPF por improbidade e uma denúncia este ano. Farias Vidal é acusado de não prestar contas de verbas repassadas pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), pelo Ministério da Saúde e da Educação, que somam R$ 165 mil. O ex-prefeito de Araguatins, também em Tocantins, Ronald Correa da Silva é acusado de ter se apropriado, juntamente com a empresa Fortesul, de R$ 1,8 milhão, que deveria ser destinado à rede de esgoto sanitário.
O ex-prefeito do município de Iguatins (TO), Manoel Farias Vidal é réu em cinco ações propostas pelo MPF por improbidade e uma denúncia este ano. Farias Vidal é acusado de não prestar contas de verbas repassadas pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), pelo Ministério da Saúde e da Educação, que somam R$ 165 mil. O ex-prefeito de Araguatins, também em Tocantins, Ronald Correa da Silva é acusado de ter se apropriado, juntamente com a empresa Fortesul, de R$ 1,8 milhão, que deveria ser destinado à rede de esgoto sanitário.
O MPF também apura irregularidades nas gestões de ex-prefeitos de Porto Walter, no Acre e em Castro, no Paraná. Na cidade acreana, o ex-prefeito é alvo de cinco denúncias, sendo uma por peculato e crime de responsabilidade e as outras quatro por crime de responsabilidade. Na cidade paranaense, respondem a processo o atual prefeito da cidade de Castro, o secretário de Educação, o procurador-geral do município, servidores públicos e empresas pedindo o ressarcimento de R$ 9 milhões aos cofres públicos. No Piauí, os numero de ações ajuizadas por improbidade administrativa chegam a 107 ações até novembro. No mesmo período, no estado, também foram recebidas 110 denúncias contra ex-gestores.
Uma força tarefa criada em outubro do ano passado pela Procuradoria Regional da República da 2ª Região, que atua nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, já apresentou 4 denúncias e está conduzindo 41 inquéritos criminais. Os trabalhos são baseados em dados apresentados pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre prestações de contas do uso de verbas federais.
Uma força tarefa criada em outubro do ano passado pela Procuradoria Regional da República da 2ª Região, que atua nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, já apresentou 4 denúncias e está conduzindo 41 inquéritos criminais. Os trabalhos são baseados em dados apresentados pela Controladoria Geral da União (CGU) sobre prestações de contas do uso de verbas federais.