Primeiro casamento gay militar dos EUA é realizado
Cerimônia ocorrem em Vermont, depois de 11 anos de espera dos noivos
A lei que vigorava desde 1993 nas Forças Armadas Americanas, chamada de “Don’t ask, don’t tell” (não pergunte, não conte), que permitia que homossexuais se juntassem aos quadros da instituição desde que não assumissem publicamente sua preferência sexual, foi formalmente abolida e possibilitou o primeiro casamento gay de militares americanos.
O tenente da Marinha Gary Ross e seu companheiro se casaram em cerimônia reservada no estado de Vermont, o primeiro estado a aceitar uniões civis entre pessoas do mesmo sexo e um dos 6 que legalizaram o casamento gay, nesta terça-feira (20), à meia-noite, horário local (2h em Brasília). A união já existia há 11 anos.
Ross disse que tem planos de fazer uma carreira militar completa. “Estamos animados com o fim dessa política”, disse.
Obama
O presidente Obama elogiou o fim da lei “Não pergunte, não conte” alegando que "A partir de hoje, americanos patriotas em uniforme não terão mais que mentir sobre quem são a fim de servir o país que amam."
Obama reiterou, ainda, que "Nossas (dos EUA) Forças Armadas têm sido tanto um espelho quanto um catalisador daquele progresso, e nossos soldados, incluindo gays e lésbicas, deram suas vidas para defender a liberdade e as liberdades que prezamos como americanos".
O tenente da Marinha Gary Ross e seu companheiro se casaram em cerimônia reservada no estado de Vermont, o primeiro estado a aceitar uniões civis entre pessoas do mesmo sexo e um dos 6 que legalizaram o casamento gay, nesta terça-feira (20), à meia-noite, horário local (2h em Brasília). A união já existia há 11 anos.
Ross disse que tem planos de fazer uma carreira militar completa. “Estamos animados com o fim dessa política”, disse.
Obama
O presidente Obama elogiou o fim da lei “Não pergunte, não conte” alegando que "A partir de hoje, americanos patriotas em uniforme não terão mais que mentir sobre quem são a fim de servir o país que amam."
Obama reiterou, ainda, que "Nossas (dos EUA) Forças Armadas têm sido tanto um espelho quanto um catalisador daquele progresso, e nossos soldados, incluindo gays e lésbicas, deram suas vidas para defender a liberdade e as liberdades que prezamos como americanos".
