Assessor do diretor da PF faz críticas a ministros do STF
Ocorreram divergências do diretor-geral da Polícia Federal, delegado Marcos Leôncio Ribeiro, e os ministros do Supremo Tribunal Federal. O conflito de opiniões começou na audiência pública que debateu o Projeto de Lei 1028/11, que assegura aos delegados o papel de conciliadores entre as partes envolvidas em delitos de menor potencial ofensivo. Exceto as representações dos delegados, todas as entidades representadas na Comissão, entre elas a Fenapef, Conamp e Ajufe, são contra a proposta.
O delegado atacou os ministros ao comentar o entendimento dos membros da Corte Suprema do país acerca da possibilidade de lavratura do Termo Circunstanciado por policiais militares e policiais rodoviários federais. “Eles não sabem a diferença entre um Boletim de Ocorrência e um Termo Circunstanciado”, disse o delegado, que comentou ainda que os ministros não entendem muito de segurança pública.
O delegado atacou os ministros ao comentar o entendimento dos membros da Corte Suprema do país acerca da possibilidade de lavratura do Termo Circunstanciado por policiais militares e policiais rodoviários federais. “Eles não sabem a diferença entre um Boletim de Ocorrência e um Termo Circunstanciado”, disse o delegado, que comentou ainda que os ministros não entendem muito de segurança pública.
O ataque foi repudiado pelo presidente da Fenapef, Marcos Vinício de Souza Wink, que disse que “não é possível que, em nome de interesses corporativos, um representante do Departamento de Polícia Federal ataque de forma gratuita ministros do Supremo Tribunal Federal”.