Ainda não foram encontrados suspeitos por morte da juíza Acioli
Juíza Patrícia Acioli
Há um mês que ocorreu o assassinato da juíza Patrícia Acioli, com 21 tiros, na porta de sua casa em Niterói, região metropolitana do Rio. A Delegacia de Homicídios, porém, não conseguiu encontrar os autores do crime. Não há qualquer suspeito preso.
Na segunda-feira (12), estão marcadas duas homenagens em memória da magistrada.
Em Niterói, a ONG Rio de Paz promete acender velas que serão fincadas na areia onde está uma cruz desde o mês passado para lembrar a morte da juíza. Logo depois, a ideia é batizar uma árvore com o nome de Patrícia Acioli.
A homenagem é semelhante ao que acontece na Itália com o juiz Giovanni Falcone, morto pela máfia em 1992. O juiz morreu junto com a sua mulher e guarda-costas quando passava por uma estrada que foi dinamitada por mafiosos da Cosa Nostra.
A intenção é que semelhante homenagem seja feita à Patricia, e que seus familiares levem, às 19 horas, uma placa de bronza homenageando a magistrada e a colocariam próximo à árvore.
A Amaerj (Associação dos Magistrados do Estado do Rio) marcou uma missa para às 17h, na Igreja da Candelária.
Na segunda-feira (12), estão marcadas duas homenagens em memória da magistrada.
Em Niterói, a ONG Rio de Paz promete acender velas que serão fincadas na areia onde está uma cruz desde o mês passado para lembrar a morte da juíza. Logo depois, a ideia é batizar uma árvore com o nome de Patrícia Acioli.
A homenagem é semelhante ao que acontece na Itália com o juiz Giovanni Falcone, morto pela máfia em 1992. O juiz morreu junto com a sua mulher e guarda-costas quando passava por uma estrada que foi dinamitada por mafiosos da Cosa Nostra.
A intenção é que semelhante homenagem seja feita à Patricia, e que seus familiares levem, às 19 horas, uma placa de bronza homenageando a magistrada e a colocariam próximo à árvore.
A Amaerj (Associação dos Magistrados do Estado do Rio) marcou uma missa para às 17h, na Igreja da Candelária.
