Borracheiro é acusado de assassinar ex-companheira
Um borracheiro de Belo Horizonte, em Minas Gerais, foi condenado a uma pena de 15 anos de prisão, em regime inicial fechado, por supostamente ter matado a sua ex-companheira. O crime ocorreu no Bairro Santa Mônica. O julgamento do acusado foi feito pelo I Tribunal do Júri do Fórum Lafayette.
A sessão fora presidida pelo juiz Christian Gomes Lima e a única testemunha de acusação presente foi dispensada pelo Ministério Público. Das quatro testemunhas de defesa presentes, 3 foram ouvidas. Após o depoimento das testemunhas, ocorreu o interrogatório do réu, o qual confirmou o assassinato da vítima, embora tenha negado que tal ocorrera por razões de cunho material. Ele afirmou ser apaixonado pela vítima, mas que esta, além de não o corresponder, o humilhava.
Ele ainda argumentou que a cabeleireira recebia constante assédio de outros homens e atendia seus telefonemas na presença do acusado. Ele ainda explicitou que quando cometeu o delito, havia sacado a arma somente para intimidar a ex-companheira, contudo, acabou perdendo a calma e efetuando os disparos após ela duvidar de sua masculinidade, afirmando que ele não seria homem para atirar.