Juíza assassinada havia pedido proteção policial
A todo momento, novas informações surgem a respeito do cruel assassinato da juíza Patrícia Acioli, a qual foi vítima de homicídio em frente a sua casa, nesta última sexta-feira (12). A magistrada foi alvejada com 21 tiros ao tentar sair do carro, em Niterói (RJ). Acioli já se encontrava em uma “lista negra” e recebia constantes ameaças.
Ela chegou a reclamar por escrito das ameaças que vinha recebendo, solicitando proteção policial. Foram enviados, por ela, ofícios ao Tribunal de Justiça do Estado (TJ-RJ) para tanto. Os documentos em questão devem ser utilizados pelo advogado da família para provar que a juíza não desejava redução da proteção policial, conforme já noticiado.
Esses documentos se encontravam no gabinete de Patrícia, em São Gonçalo, e devem ser entregues nesta quarta-feira (17) ao presidente do Tribunal Regional. De acordo com o desembargador Manoel Alberto Rebêlo explicitou que a escolta da magistrada foi retirada por pedido da mesma, que achou não ser necessária a sua manutenção.