Policial Federal teria sido informada do assassinato de Patrícia Acioli

Dois dias antes de a magistrada Patrícia Acioli ser assassinada em Niterói, no Rio de Janeiro, um policial civil da Delegacia de Combate às Drogas (Dcod) foi à Polícia Federal (PF) objetivando avisar a respeito de um plano para o homicídio da juíza, a qual é considerada como “linha-dura” em julgamentos contra Policiais corruptos em São Gonçalo. Patrícia Acioli teria ido, na semana anterior ao delito, à sede da Corregedoria da Polícia Militar. Na sua visita, ela informou estar sendo ameaçada por agentes policiais do 7º BPM (São Gonçalo) e do 12º BPM (Niterói).
No ano de 2009, o Disque-Denúncia também recebeu informações de que a magistrada estava em risco. As denúncias, à época, haviam sido repassadas para a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco). Após ter 21 tiros disparados contra si, a juíza morreu na porta de sua casa, em Niterói. Todavia, o Disque-Denúncia recebeu uma informação nesta última segunda-feira (15) que 4 presidiários detidos no Ary Franco, em Água Santa, são os mandantes do assassinato. Informações de O Globo.