MP acusa dirigente da maçonaria de desviar dinheiro público
A ex-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP), Maria Amélia Teles, foi denunciada pelo Ministério Público do Distrito Federal por supostamente ter participado em irregularidades em licitações. A ação penal possui como réus, além de Amélia Teles, os ex-presidentes da Gonçalves Lêdo, Wellington de Queiroz e Manoel Tavares dos Santos, e o ex-chefe da Procuradoria da FAP, José Silveira Teixeira.
Conforme consta na denúncia, a FAP desrespeitou a Lei de Licitações em contratos com a Gonçalves Lêdo, instituição ligada à Maçonaria, para o projeto DF Digital, da Secretaria de Ciência e Tecnologia do governo da capital. Em um valor calculado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), estima-se que os desvios tenham custado um total de R$ 9 milhões aos cofres públicos.
Manoel Tavares dos Santos foi nomeado nesta semana para ser o presidente da Corretora de Seguros do Banco de Brasília. Ele ainda é presidente da Grande Oriente do Distrito Federal. Várias foram as reações no mercado de seguros provocadas pela nomeação de Tavares dos Santo, pois ele nunca atuou na área. Informações da Conjur.