MP-BA pede à Justiça interdição da Ceasa do Rio Vermelho
Por Rafael Albuquerque

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) pediu à Justiça a interdição do Centro de Abastecimento do Rio Vermelho (Ceasa/Rio Vermelho) por conta de supostas condições higiênico-sanitárias precárias. O órgão também alegou que a estrutura física é carente de reformas. A ação civil pública contra a Empresa Baiana de Alimentos S/A (Ebal), administradora da Ceasa, foi ajuizada nesta quinta-feira (25).
O promotor de justiça de Defesa do Consumidor, Aurisvaldo Melo Sampaio, autor da ação, pede que a Justiça determine por meio de decisão liminar a transferência dos comerciantes para local adequado no prazo de 30 dias e a interdição imediata da Ceasa. Sampaio pede ainda que, ao final do julgamento, a Ebal seja autorizada a retomar o funcionamento da Ceasa apenas após obter laudos favoráveis do Centro de Controle de Zoonoses do Município, Vigilância Sanitária e Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom). A Ceasa do Rio Vermelho possui 154 boxes e cinco restaurantes.