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Blocos de carnaval farão campanha contra violência sexual infanto-juvenil

Por Rafael Albuquerque

Dirigentes e representantes de diversas bandas e blocos carnavalescos vão apoiar o Ministério Público da Bahia (MP-BA) no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes. Foi assinado um termo de compromisso no início desta semana com o Ministério, em que os dirigente e empresários asseguram desenvolver mecanismos junto aos seus artistas a fim de que, no carnaval e nas demais festas populares de Salvador, conclamem os foliões para que denunciem os casos que tiverem conhecimento de violência sexual contra crianças e adolescentes, através do Disque Denúncia Nacional 100 ou de comunicação imediata à autoridade policial local para adoção de providências emergenciais.



Além dos poderes públicos, participaram da reunião representantes dos blocos Filhos de Gandhy; Pierrot Tradição de Plataforma; Alerta Gera; Orioba; Blocão da Liberdade; Araketu; Bloco Arraiá Elétrico; Bloco Afro Zambiã; Chamego Afro; Bloco Crocodilo; Os Negões; Reduto do Samba; Afoxé Korin-Efan; Olodum; Alafim; Bahia em Cena; Bloco Canelight; Bloco Só Samba de Roda; Bloco Kayala; Bloco Alvorada; Afoxé Dança Bahia; Bloco Boka Loka;  Bloco Afro Surfe; Acarafoxé; Afoxé Ilecorá; Grêmio Furacão 2001; Bloco As Marisqueiras; Bloco Arriba; África Bahia e Bloco Afro Abisiaiyê. É claro que representantes de artistas como Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Chiclete com Banana, Asa de Águia, Cheiro de Amor, Timbalada e outras bandas com forte influência sobre o público fizeram falta, as a iniciativa por si só já é louvável.