Justiça concede prisão domiciliar para fundador da Gol
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) concedeu no dia 22 prisão domiciliar ao empresário Nenê Constantino de Oliveira, fundador da companhia aérea Gol, acusado de mandar matar um líder comunitário em 2001, em Brasília.
Na decisão, a desembargadora Sandra De Santis, da 1ª Turma Criminal do Tribunal, considerou o estado de saúde "precário" do empresário de 78 anos, que "antes mesmo do decreto de constrição já estava sob cuidados médicos", de acordo com o despacho.
Constantino teve a prisão preventiva decretada no dia 21 sob a acusação de ameaça testemunhas e obstrução do trabalho da Justiça.