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Advogada de Evinha, 'redescoberta' por BK em último álbum, diz que artista não recebeu direitos de execução de músicas

Por Redação

Advogada de Evinha, 'redescoberta' por BK em último álbum, diz que artista não recebeu direitos de execução de músicas
Foto: TV Globo

A cantora Evinha, que voltou as paradas musicais após o lançamento do último álbum do rapper BK, pôde celebrar os louros da fama, mas também o ônus com a falta de crédito musical.

 

De acordo com a advogada da artista de 74 anos, que integrou o Trio Esperança nos anos 60 e 70, a gravadora Universal Brasil não incluiu a cantora nos créditos fonográficos do trabalho de BK, no qual Evinha teve a música sampleada em 'Cacos de Vidro' e 'Só Quero Ver'.

 

Ao colunista Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', Deborah Sztajnberg, afirmou que a cantora não recebeu os direitos de execução pública a que teria direito das canções que voltaram a ser tocadas nacionalmente.

 

“Tem coisas que são quase impossíveis de precificar. Essa é uma delas”, diz Sztajnberg.

 

No Spotify, o álbum de BK 'Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer', ultrapassou 5,6 milhões de reproduções em menos de 24 horas após o lançamento.