Quinta, 15 de Agosto de 2019 - 11:10

'Gestor' de famosos, Pedro Tourinho lança livro sobre imagem, mas adianta: 'Não tem fofoca'

por Júnior Moreira Bordalo

'Gestor' de famosos, Pedro Tourinho lança livro sobre imagem, mas adianta: 'Não tem fofoca'
Quem é mais atento aos bastidores do entretenimento no Brasil e acompanha os desdobramentos de artistas como Anitta, Regina Casé, Gabriela Pugliesi, Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank, Chay Suede, Alice Wegman, Silva e Sabrina Sato já deve ter ouvido falar de Pedro Tourinho, ou até “Dão”, apelido permitido para os amigos mais próximos. O publicitário baiano, especialista em entretenimento e mídia e fundador das agências Soko e MAP, que sempre viveu por trás das câmeras, está tendo agora seu momento nos holofotes. Isso porque resolveu se aventurar no universo dos livros e está lançando “Eu, eu mesmo e minha selfie – Como cuidar da sua imagem no século XXI”. “É uma experiência interessante de inverter um pouco os papéis, de ser a pessoa que agora dá as entrevistas, de ficar sujeito a tudo que tem de bom e ruim”, confessa em entrevista ao Bahia Notícias. Como não poderia deixar de ser, o lançamento oficial será aqui em Salvador, no dia 26 de agosto, no Museu de Arte Moderna, mas de início, ele avisa: “Não é o livro que tem fofoca. Nele, o leitor aprende a como lidar com fofocas, mas não saberá de fofoca nenhuma”.

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Marcante no 'Zorra', Luís Salém reconhece o poder do humor na reflexão do cenário político
Natural do Rio de Janeiro e a cada dia mais baiano, o ator Luís Salém escolheu a capital baiana para morar por conta dos laços que foram construídos com a cidade desde a infância. A mudança de endereço, no entanto, também foi motivada pelos vários problemas que sua terra natal tem enfrentado e que lhe fez se sentir “cansado de viver acuado e meio que assustado” principalmente devido a violência, a intolerância e os políticos que passaram a administrar o lugar. Experiente por ter interpretado vários papéis na Globo como no “Zorra”, Salém chama atenção para o humor politizado abordado na atração e o potencial que a linguagem tem de proporcionar “não só diversão, não só o relaxamento”, mas trazer para o público o poder da reflexão. O artista também aproveita para destacar o quanto tem ficado satisfeito artisticamente em realizar os seus recentes trabalhos como a peça “Novo Baiano”, que ficou em cartaz em Salvador, além se sua participação na série do GNT “Os Homens São de Marte e É Para Lá Que Eu Vou”, ao lado da colega e amiga Mônica Martelli. Para ele, não há urgência para retornar às novelas, mas reconhece que além do prazer de fazer parte do formato, o fator financeiro é sempre bem-vindo enquanto contratado por uma obra do horário nobre da Rede Globo.

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Quinta, 06 de Junho de 2019 - 11:10

Filipe Costa defende limites nas redes sociais, mas garante: 'Não aceito ser censurado’

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Filipe Costa defende limites nas redes sociais, mas garante: 'Não aceito ser censurado’
Há pouco mais de cinco anos envolvido com o telejornalismo, Filipe Costa já recebeu até apelido, o conhecido “menino de Pernambués”. Alguns podem até pensar que o lugar refere-se a sua origem, mas na verdade se trata de um episódio marcante de uma cobertura ao vivo no noticiário policial. Integrante da equipe de profissionais da Record, Costa acredita que, para momentos de tensão entre polícia e população, uma postura ideal e segura é a de “ouvir os dois lados e sair sem entrar no mérito da questão”. Ele não vê jornalistas como celebridades, mas ao estar presente em locais movimentados Filipe tem passado por outros tipos de tensão. “Quando eu entro numa loja, que as pessoas ficam me olhando, eu penso que elas estão achando que eu roubei alguma coisa”, disse, mesmo ciente de que elas podem conhecê-lo da TV. Ter liberdade de opinar, para ele, é uma qualidade que o seu próprio trabalho oferece. Costa avalia que limites devem ser estabelecidos sobre o que se publica nas redes sociais, mas diz que existe uma lei que nenhuma pessoa conseguirá mudar nele: “Eu não aceito ser censurado por ninguém”.

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Quinta, 09 de Maio de 2019 - 11:10

'Quando sentir que não está bom, vou mudar', diz Péricles sobre 'pressão' para emagrecer

por Júnior Moreira Bordalo

'Quando sentir que não está bom, vou mudar', diz Péricles sobre 'pressão' para emagrecer
Um dos sambistas mais respeitados do Brasil, Péricles resolveu eternizar seu carinho pela Bahia e escolheu Salvador como local de gravação do seu mais novo DVD. O evento acontecerá no dia 6 de julho, na Arena Fonte Nova, e já foi confirmado show de Belo, além de participação de Xanddy, vocalista do Harmonia do Samba, e Tiee, revelação do pagode. Por conta disso, o veterano esteve pela capital na última semana para iniciar o processo de divulgação e visitou a redação do Bahia Notícias.No papo, entre outras coisas, comentou como anda a briga judicial pelo direito da marca do Exaltasamba, banda que comandou até 2012, disse sobre a possibilidade de se reunir com Thiaguinho e outros membros do antigo grupo para uma celebração e revelou sentir falta atualmente de uma atração na TV brasileira como o “Esquenta!”, programa comandado por Regina Casé na Globo até janeiro de 2017. A atração focava em discutir questões sociais. “Além de entretenimento, ele levava questões para a gente discutir durante a semana, assuntos espinhosos eram debatidos com leveza. Essa era a função do programa e sinto falta. Quero crer que logo a gente terá um programa como esse. O público hoje olha para a TV e não se sente representado. Fica esse buraco”, ressaltou.

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Robyssão investe em carreira acadêmica por acreditar 'que a música tem prazo de validade'
Robyssão é conhecido pelas suas músicas que ecoam pelos guetos de Salvador, mas é uma pessoa como qualquer outra que busca realizar os seus sonhos na medida do possível. Carioca de nascença, soteropolitano de alma e de ritmo, construiu seu espaço ao inventar o pagofunk, uma mistura que busca integrar o que hoje se configura como suas duas grandes raízes. Pé no chão, apesar de exibir um visual ostentação, o pagofunkeiro, se assim pode se dizer, crava que “todo mundo sabe que a música tem um prazo de validade”. Por isso, o artista acredita que quando a música deixar de ser o melhor plano para seguir a vida, será necessário se reinventar. Acreditando que o sucesso pode ser passageiro, Robyssão já encaminha sua carreira acadêmica com o curso de Administração de Empresas para, no futuro, se tornar um grande empresário. Integrante de um segmento com grande presença no Carnaval, o artista afirma que o “pagode está ganhando espaço muito grande no mercado e está se destacando muito mais que outros gêneros”. No entanto, lamenta que “o pagode precisa, na verdade, de mais reconhecimento por parte dos empresários”. Figura que também marcou a política, por já ter se candidatado a vereador, o pagofunkeiro aproveitou a entrevista concedida ao Bahia Notícias para comentar sobre a atuação parlamentar de Igor Kannário, hoje deputado federal. Robyssão não nega que pretende nos próximos anos tentar novamente um cargo público. Ao mesmo tempo, integra há 10 anos um projeto social: “As pessoas reclamam da vida, mas quando você vê que existe sofrimento maior que o seu, você vai ver que realmente tem que agradecer a Deus e não reclamar”.

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Quinta, 14 de Março de 2019 - 11:10

Diretor da TV Bahia não vê Bocão como opção: 'Tem habilidade, não quer dizer que tem perfil'

por Júnior Moreira Bordalo

Diretor da TV Bahia não vê Bocão como opção: 'Tem habilidade, não quer dizer que tem perfil'
Formado em Administração de empresas e diretor executivo da TV Bahia desde 2012, João Gomes começou a carreira na área de telecomunicação, na antiga Telebahia. De lá foi convidado para integrar o time da afiliada da Rede Globo para montar a estrutura do escritório em São Paulo, onde ficou por dois anos. Em seguida, assumiu o marketing da TV e todas as empresas do grupo, que incluem jornal, rádios e o portal iBahia. Após nove meses de passagem pela Braskem, voltou para a TV Bahia e assumiu o atual cargo. De lá para cá, entendeu que o seu maior desafio, enquanto gestor, é não perder relevância diante da população, mesmo com um quadro em que a audiência derrapa e fica em segundo lugar, especialmente no horário do almoço. “Se eu retrato um caso de violência, não faço isso extenuando a situação daquela pessoa. Faço isso acompanhando os desdobramentos daquele caso. Não vamos trazer para o palco a violência, mas a violência é uma realidade social, tem que estar presente, pois faz parte. Porém, entrevistar o bandido não traz relevância para o telespectador, para a sociedade e nem para a solução do problema. Entrevistar muitas vezes o delegado que faz parte da operação e ficar muito tempo ali não é o ideal. A ideia é saber qual a história por trás, o que pode ser feito para mudar aquela situação. É como falar sobre o tema”. No papo, Gomes confessou não ter problema em admitir as derrotas no Ibope, mas reafirmou sua predominância no primeiro lugar, com 66% dos minutos em 2018. Disse estar satisfeito com o trabalho de Jéssica Senra e pontuou que consumir televisão é uma questão de hábito. Logo, trazer Zé Eduardo, que comanda o “Balanço Geral”, seu principal concorrente, nunca foi uma opção. “Em nenhum momento, porque não é por números de audiência que escolhemos alguém para trabalhar com a gente. É pela proposta. O conteúdo tem que estar ligado com aquilo que nos comprometemos a entregar. Agora nós temos muito mais perdas no horário do almoço do que vitórias. Mas como já disse outras vezes: celebro mesmo perdendo nos números se sairmos com a consciência de um bom trabalho de entrega para o telespectador”, reafirmou.

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Quinta, 14 de Fevereiro de 2019 - 11:10

Ishmael aposta em 'leveza' e 'desconstrução' para segurar mais de 2 horas de 'JM'

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Ishmael aposta em 'leveza' e 'desconstrução' para segurar mais de 2 horas de 'JM'
Há quase 10 anos os baianos recebem pela manhã o simpático bom dia do jornalista Ricardo Ishmael. Desde 2010 à frente do “Jornal da Manhã”, na TV Bahia, o apresentador acredita que a forma de comandar um noticiário e cumprir com o papel de informar tem exigido constantes readaptações. “Eu vou imprimir uma leveza nesse jornal, porque não?”, sugere e executa o profissional, ao mesmo tempo em que afirma estar cada vez mais afastado do modo clássico e sisudo do jornalismo. Ishmael acredita que, no processo de apresentação de um noticiário de cerca de 2 horas como o “Jornal da Manhã”, que a partir da próxima segunda-feira (18) passará a ter 2h30 no ar, é ideal provocar certas desconstruções, não só no abandono do paletó e gravata, mas também na forma como o jornalista se conecta com o telespectador dando a “ideia de que você passe para o cidadão que essa é a nossa casa e você é bem-vindo nela”. Natural de Serrinha e com uma rotina fora do normal para muitas pessoas, Ricardo acorda às 3 horas da manhã para poder organizar e planejar a atração, a qual apresenta ao lado da jornalista Thaic Carvalho. Após as 12 horas, o apresentador se sente livre, mas logo em seguida parte para outro projeto que vem realizando há dois anos. Com uma paixão desde jovem em ler e criar histórias, o jornalista fã dos livros de Jorge Amado está prestes a lançar a sua segunda obra literária. 

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Quinta, 10 de Janeiro de 2019 - 11:10

Carla Cristina diz que As Meninas não deu ‘lucro algum’, mas que sonha em voltar com grupo

por Ian Meneses / Júnior Moreira Bordalo

Carla Cristina diz que As Meninas não deu ‘lucro algum’, mas que sonha em voltar com grupo
O ano era 1999 quando o Brasil foi contagiado pelos seguintes versos politizados: “Onde o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. E o motivo todo mundo já conhece: é que o de cima sobe e o de baixo desce”. Vinte anos depois, a música segue rendendo e a situação do Brasil continua semelhante. Voz responsável por “Xibom Bombom”, Carla Cristina viu sua vida mudar após o sucesso de As Meninas, porém resolveu deixar o grupo três anos depois. “As divergências partiram exatamente daí. Pensava da seguinte forma: ‘Os caras têm toda uma visão de mercado e de vendas, mas quem está diretamente com o público são os artistas e, às vezes, a gente ficava em necessidade. Então, começaram a surgir algumas coisinhas que fugiam da proposta inicial e a gente passou a escutar um monte de críticas”, lembrou em entrevista ao Bahia Notícias. Além de Carla, a formação inicial contava com Angélica e Cibele como backing vocals e dançarinas, Fernanda na guitarra elétrica, Jujuba no saxofone e Ratinha, Titi e Dilmara como percussionistas. Questionada se não tem interesse em fazer uma volta comemorativa – já que o grupo acabou definitivamente em 2009, respondeu: “Eu adoraria fazer. A dificuldade maior que eu vejo é na questão da mesma formação. Antes de eu sair, Fernanda já tinha ido para os EUA, Jujuba mora na Alemanha. Então, acho que seria um pouco complicado, a não ser que entrasse uma gravadora ou patrocínio muito bom para arcar com todas essas despesas. Vontade não falta”. Ainda no papo, Carla falou sobre sua vida como apresentadora, feminismo e futuro político do Brasil.

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Quarta, 26 de Dezembro de 2018 - 11:00

Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise
Chico Kertész pode ser considerado um profissional multitarefas, até porque ele mesmo diz que “não dá para ser uma coisa só”. Além de sua apresentação diária no Jornal da Cidade, na Rádio Metrópole, o empresário também se dedica à área audiovisual. Com sua produtora Macaco Gordo, Chico tem trabalhado com filmes documentários e também está por trás da criação e execução de clipes de artistas como Claudia Leitte, Denny Denan, Daniela Mercury e Harmonia do Samba.  Chico K., como também é conhecido, tem se empenhado nos últimos anos em trazer de volta ao público a importância que o Axé Music tem para a vida dos baianos e como o movimento marca a cultura brasileira. “Eu percebi, um dia, que não era possível que até hoje ninguém fez isso, uma história que é tão rica”, diz Chico ao pensar na criação do filme documentário “Axé – Canto do Povo de um Lugar” (2017).  Dar espaço a este universo que não se resume somente ao Carnaval provocou nele uma dualidade de perspectivas com o futuro do Axé. Por um lado, ele confessa que às vezes tem “a sensação de que as pessoas estão menos interessadas”, por outro, mantém esperanças de que “tem um ciclo vicioso ruim que precisa ser corrompido”, para assim dar “oportunidade aos novos” e “botar a galera para tocar”.

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Terça, 27 de Novembro de 2018 - 11:00

Patrícia Abreu relembra susto com demissão da Record e anuncia projeto: ‘Vai ser minha cara’

por Ian Meneses / Júnior Moreira Bordalo

Patrícia Abreu relembra susto com demissão da Record e anuncia projeto: ‘Vai ser minha cara’
Por 13 anos, Patrícia Abreu foi um dos principais nomes femininos do jornalismo esportivo na Bahia. Nascida em Itabuna, a comunicadora começou na TV Cabrália – afiliada da Record – e ganhou o grande público ao comandar 'Bahia Esporte’ durante 10 anos e depois o ‘Globo Esporte’. Quando tudo pareceria estabilizado, decidiu migrar para a TV Itapoan e inaugurou e apresentou por um ano o ‘BA Record’ até ser demitida um dia antes de suas férias. “Não esperava. Terminei de fazer o programa, foi na véspera de minhas férias, já estava anunciando que iriamos nos encontrar no mês que vem e tal. Acabou o programa, fui chamada e veio a determinação de São Paulo, com a quebra de contrato e o motivo sem saber... Foi um baque, tomei um susto. O motivo até hoje não sei, gostaria muito de saber de verdade...”, frisou. Passado o susto, agora está focada na nova fase e anunciou projeto novo. “Está no forno, ainda assando, mas em dezembro ou janeiro nas plataformas digitais. Vai ser uma coisa que é muito minha cara (risos). Vou ser meu próprio chefe”, vibrou.

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