Segunda, 01 de Junho de 2020 - 14:15

Marcelo Britto fala do adiamento do Salvador Fest e pede calma sobre Carnaval

por Júnior Moreira Bordalo

Marcelo Britto fala do adiamento do Salvador Fest e pede calma sobre Carnaval
O empresário Marcelo Britto, da Salvador Produções, produtora musical que também cuida de artistas como Léo Santana, Lore Improta e Parangolé, foi o convidado da live do Bahia Notícias desta segunda-feira (1º). No papo contou os bastidores da empresa após o anuncio da suspensão das atividades como forma de evitar aglomeração e conter o avanço do novo coronavírus. Para o segundo semestre a empresa já vinha se preparando para os 15 anos do Salvador Fest, um dos eventos mais populares da cidade, que inicialmente estava marcado para 20 de setembro, mas sofrerá alterações. "A cada semana a gente tem tomando uma decisão de planejamento. Seremos os últimos a voltar por conta da aglomeração de pessoas. Estamos no plano C, D e E. Dificilmente ocorrerá em setembro, pois é muito próximo para fomentar o desejo nas pessoas, com mídia muito forme. É melhor jogar um pouco mais para frente para criar aquele desejo. Tem que ter uma segurança para realizar. Devemos anunciar ali entre os dias 10 e 15 de junho o adiamento do Salvador Fest". Por fim, falou sobre os rumores do cancelamento do Carnaval. 

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Terça, 19 de Maio de 2020 - 14:10

Bela Gil confessa que se fosse 'pobre' também teria refrigerante como 'janta' dos filhos  

por Júnior Moreira Bordalo

Bela Gil confessa que se fosse 'pobre' também teria refrigerante como 'janta' dos filhos  
A chef de cozinha e apresentadora do canal GNT, Bela Gil, foi a convidada da live do Bahia Notícias da manhã desta terça-feira (19). No papo, a filha de Gilberto Gil falou sobre os hábitos na quarentena, rotina da família, criação dos filhos, Flor e Nino, sem a "distinção" de gênero, e não negou a pretensão de entrar a política.  Adepta da alimentação e nutrição holística - que traz benefícios para o corpo e mente - Bela reconheceu que a grande parte da população brasileira pode não ter condições de ter acesso aos alimentos mais saudáveis, seja por questões econômicas ou por morarem em "desertos alimentares" - regiões de acesso escasso. "Tenho as condições de mudar? Será que consigo? O contexto da minha vida deixa eu participar dessa mudança? É muito importante a mudança individual, de querer comer bem, mas obviamente para a gente é muito simples trocar um refrigerante por uma água, mas para algumas pessoas talvez seja mais seguro tomar um refrigerante do que uma água não potável", ponderou.     

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Quarta, 13 de Maio de 2020 - 12:49

Rafael Cortez fala do 'CQC' e da sexualidade: 'Quando tive dúvida, experimentei'

por Júnior Moreira Bordalo

Rafael Cortez fala do 'CQC' e da sexualidade: 'Quando tive dúvida, experimentei'
O humorista, ator e cantor Rafael Cortez foi o convidado da Live do Bahia Notícias desta quarta-feira (13). No papo, o artista relembrou o início da carreira, sua passagem pelo extinto programa "CQC", da Band, explicou como anda sua relação com os membros da equipe e assumiu que dificilmente a atração daria certo nos tempos atuais. "Seria uma encrenca grande. Não falo de censura, a gente não iria conseguir mesmo. Hoje a gente não seria credenciado para boa parte dos eventos políticos, por mais que o Bolsonaro goste de comédia", apontou. Em um momento mais intimista, conversou sobre o que pensa de depressão e a melancolia que o envolve. Além disso, abordou o tema da "masculidade tóxica". "Sou um cara de sexualidade muito bem resolvida. Sou heterossexual e ponto. Muita gente não acha que eu seja, sempre fui o repórter gay do 'CQC', ainda que nunca tivesse sido e se fosse seria maravilhoso. Tive a época da vida de experimentar, dar valor as minhas curiosidades. Quando tive dúvida, fui lá e experimentei. Não me tornei nem bi nem homossexual. Acho que a sexualidade de cada um pertence a cada um", protestou

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Quinta, 12 de Março de 2020 - 11:10

Raoni quer 'TVE Revista' com mais 'gente preta, LGBT+ e mulheres potencializadas'

por Júnior Moreira Bordalo

Raoni quer 'TVE Revista' com mais 'gente preta, LGBT+ e mulheres potencializadas'
Nascido e criado no miolo de Salvador, mais precisamente em Brotas, Raoni Oliveira viu sua paixão de infância virar profissão. Inspirado pelo pai, Raimundo Rui, que também era locutor, formou-se em comunicação e com 10 anos de experiência na área já atuou como produtor, promotor, social media, locutor de rua e até designer da Globo FM, Bahia FM, Bahia FM Sul e CBN FM. Ele também fez a coordenadoria de marketing e locução do programa “Buxixo” da Piatã FM, foi professor de marketing no curso técnico de Rádio e TV do ETEBA e há três anos estava como repórter da TV Aratu, afiliada do SBT. Porém, desde o início de 2020 viu seu nome chegar a um novo patamar ao seu anunciado como o novo apresentador do programa “TVE Revista”, da TVE, no lugar de Rita Batista, uma das jornalistas mais populares da Bahia. “Quando Rita saiu, nem passou pela minha cabeça que seria cotado. Inclusive, pelo que o mercado comenta, outros apresentadores estavam na mira para essa vaga. Embora trabalhe com TV apresentando, era mais aquele que tirava a folga. Porém, nunca tinha me imaginado no ‘TVE Revista’. Pelo menos, não por agora”, iniciou em entrevista ao Bahia Notícias. Defensor de uma comunicação mais democrática, ele assumiu o cargo há pouco mais de uma semana e já vem tentando colocar sua identidade na atração diária. "Se depender de mim vai ter gente preta; a comunidade LGBT; mulheres potencializadas para falar sobre feminismo, já que é não meu lugar de fala...”, detalhou.

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No 'Zorra', Evaldo Macarrão celebra a TV e defende potencial de consagração do 'ser ator'
“Não escolhi fazer arte. É a arte que me escolheu”. É assim que o ator baiano Evaldo Macarrão define a sua ida para a atuação. Cria do CRIA, Centro de Referência Integral de Adolescentes, o jovem artista de Cosme de Farias já acumula 12 anos de carreira e, atualmente, integra o programa “Zorra”, da Rede Globo. Com trabalhos no teatro, no cinema e obviamente na TV, Macarrão, que teve o sobrenome artístico gerado por uma brincadeira de um antigo educador, celebra a oportunidade de estar em uma emissora e, ao mesmo tempo, entende que “fazer Rede Globo talvez não seja o que todos os atores queiram fazer, mas é estar no lugar em que você é assistido de uma forma justa ou digna”. Também formado em Pedagogia, Evaldo celebra a capacidade do “Zorra” em “descaracterizar a ideia do preto opressor, favelado e marginalizado”. Para ele, essa mudança o torna “alegre” e “potente” no que faz, na medida em que a atração cumpre uma “grande necessidade” em construir um “outro formato de criticidade, de humor e graça”. Inspirado em pessoas que fizeram parte da sua construção artística como a diretora Carla Lopes e os atores Ângelo Flávio, Marinho Gonçalves, Carlos Betão, Valdinéia Soriano e Rejane Maia, Macarrão evita se rotular somente como um comediante ou humorista. Negro e vindo da periferia de Salvador, Evaldo Macarrão comemora o fato de ser mais um profissional na televisão capaz de criar representatividade com o público: “Para mim é de tamanha alegria e felicidade ver pessoas que estão se vendo quando me vêem na TV. Isso é muito simbólico, poético, lindo”.

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Sexta, 17 de Janeiro de 2020 - 11:10

Lincoln aposta em diversidade para que todas as idades e gêneros possam ouvir músicas

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Lincoln aposta em diversidade para que todas as idades e gêneros possam ouvir músicas
Vocalista do grupo Lincoln e Duas Medidas, Lincoln Senna tem planejando seguir antenado com as mudanças na sociedade para refletir o novo em seus trabalhos. Para ele, é regra “sempre tentar fazer uma música que todas as idades, todos os gêneros possam ouvir”. Apostando na diversidade como em “Carnavrau”, o artista disse ter buscado uma fórmula de comunicação sem perder a essência do grupo. A associação da banda ao foco na dança não aflige o cantor. Formado em educação física, ele reforça a importância do corpo em movimento e, mesmo entendendo que a dança é vista como um “primo pobre”, classifica a linguagem dessa arte como “fantástica” por fazer “muitas pessoas interagirem, sorrirem e se libertarem”. Em relacionamento com a esposa Monique Paim desde os 17 anos, Senna mantém sua vida pessoal com discrição e critica o fato de outras pessoas se perderem por não saberem “dividir o que é seu particular e o que é de todos”, expondo, assim, os familiares e os relacionamentos. Para ele, para responder e lidar com perguntas da vida pessoal é preciso, exclusivamente, ter responsabilidade pelas pessoas que estão relacionadas com a sua vida. 

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Quinta, 12 de Dezembro de 2019 - 11:10

Principal colunista da música baiana, Marrom admite: 'Não tenho talento para ser fofoqueiro'

por Júnior Moreira Bordalo

Principal colunista da música baiana, Marrom admite: 'Não tenho talento para ser fofoqueiro'
Aos 57 anos e com mais de 40 destes dedicados ao jornalismo, Osmar Martins, ou simplesmente Marrom, tem motivos de sobra para se orgulhar da carreira que construiu. Roqueiro de nascença, aceitou o apelido dado pela cantora Alcione, firmou terreno no entretenimento e acompanhou de perto todo o desenvolvimento da Axé Music e, não à toa, virou o principal nome do colunismo musical da Bahia. Conhecido e reconhecido por todos do show business, garante que, apesar do interesse das pessoas, seu foco ao longo dos anos se resumiu à vida profissional dos artistas. “Sempre existiu colunismo de fofoca, mas não tenho o talento para ser fofoqueiro. Admiro a Natália Comte, é minha ídola. Acho que sabe fazer uma fofoca como ninguém. Eu não sei. Sigo o principio de – enquanto jornalista – ser o elo entre o artista e o povo e, no meu caso, o que interessa é a vida do artista no palco. Não estou condenando os fofoqueiros, não”, ponderou. Talvez esse posicionamento tenha sido instaurado como um mecanismo de defesa. Gay, negro, vindo de família simples, Marrom sempre deixou sua vida privada no âmbito restrito. Apesar de saber do que acontece com as principais figuras baianas, pouco se sabe sobre os seus bastidores. “Meus pais diziam que tínhamos que manter a família unida, mas que era importante deixar a vida privada no privado. Acho que as pessoas querem conhecer o Marrom. Apesar de ser uma pessoa exibida, sou reservado. E também se eu abrir demais não poderei fazer minhas loucuras”, divertiu-se. No papo, falou ainda sobre a indústria musical, revelou de quem é de fato amigo, desabafou sobre preconceito, apostou no futuro da música baiana e confessou o que ainda sonha em fazer.

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Quinta, 03 de Outubro de 2019 - 11:10

'Bom Sucesso': Baiano Lucas Leto tenta fugir de estereótipo ao retratar dependência

por Júnior Moreira Bordalo / Jamile Amine / Rebeca Menezes / Ian Meneses

'Bom Sucesso': Baiano Lucas Leto tenta fugir de estereótipo ao retratar dependência
Cria do bairro de Pernambués, em Salvador, e formado pelo respeitado Bando de Teatro Olodum, o jovem ator Lucas Leto comemora o seu primeiro papel na TV com o complexo personagem Waguinho, na novela das 19 horas “Bom Sucesso”. A ida do teatro para a telas têm mostrado ao artista perspectivas antes não imaginadas e o contato com figuras veteranas tem lhe dado sensações nunca antes sentidas. “Desde que eu cheguei na preparação eu vi Antonio Fagundes do meu lado, Grazi Massafera sentada no chão, no mesmo plano, sem essa diferenciação. Eu fico muito grato, agradecido”, comentou. Waguinho, um jovem que enfrenta uma dependência química, é para ele um personagem em constante construção, mas numa visão positiva sobre o futuro da história, o próprio Lucas acredita que “no fundo ele precisa de uma oportunidade para mostrar a bondade dele” na trama. Para inspirar o papel, no entanto, Leto foi bastante cuidadoso e procurou não dar um aspecto pejorativo, já que na realidade ele sempre observou por entre as ruas de seu bairro aqueles que sofreram e ainda sofrem ao cair no mundo das drogas. O marco de fazer parte do elenco de uma novela da Rede Globo tem significado não só para ele como também para pessoas próximas. Inspiração para quem tem a mesma realidade da periferia que o ator viveu, Lucas acredita que é fundamental transmitir a mensagem de “fazer as pessoas acreditarem que elas podem chegar onde quiserem” e, assim, se tornarem pessoas bem sucedidas no que sonham em trabalhar.

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Quinta, 12 de Setembro de 2019 - 11:10

Pablo Reis fala de tensão na vida após chacina do Cabula: 'Quiseram passar um recado'

por Júnior Moreira Bordalo

Pablo Reis fala de tensão na vida após chacina do Cabula: 'Quiseram passar um recado'
Natural de Alagoinhas, no Litoral Norte e Agreste Baiano, o jornalista Pablo Reis é atualmente um dos responsáveis pela grade da TV Aratu, afiliada do SBT. Gestor de conteúdo e inovação da empresa e responsável pelos programas “Universo”, “Dendê na Mochila”, “Liga da Madruga”, “Clube da Alegria”, “Chegue Mais”, “Aratu Repórter”, e do portal “Aratu ON”, ele ainda apresenta as atrações “Liga da Madruga”, “Aratu Repórter”, “Linha de Frente”, “Reunião de Pauta” e “Aratu Talks”. “Hoje tem sido uma experiência muito boa. Gerenciar também é legal. Considero-me uma pessoa que gosta de aprender. De verdade. O sentido da minha vida é descobrir algo novo a cada dia”, confessou em entrevista ao Bahia Notícias. Além disso, será um dos professores do projeto Escola Aratu, que atuará na formação de novos profissionais. No papo sobre carreira, futuro da TV aberta e do jornalismo, o comunicador, egresso da Universidade Federal da Bahia, falou sobre o que achou da indicação de Jéssica Senra para apresentar o “Jornal Nacional” e relembrou um dos momentos mais tensos de sua vida, quando teve a casa invadida após reportagens sobre a chacina do Cabula, que deixou 12 mortos na região há quatro anos. “Fiquei me questionando o motivo de pessoas, que são pais de família, têm seus filhos e rotinas, serem capazes de cometer atrocidades como essas. Quiseram passar um recado e eu entendi da seguinte forma: há necessidade de se ter bons jornalistas, que não se intimidam com algumas coisas. Por outro lado, a função do jornalista, quando é exercida no limite, pode ter algumas consequências. Quem quiser ficar em casa tranquilo assistindo Netflix não vai passar por isso”, ponderou.

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Quinta, 15 de Agosto de 2019 - 11:10

'Gestor' de famosos, Pedro Tourinho lança livro sobre imagem, mas adianta: 'Não tem fofoca'

por Júnior Moreira Bordalo

'Gestor' de famosos, Pedro Tourinho lança livro sobre imagem, mas adianta: 'Não tem fofoca'
Quem é mais atento aos bastidores do entretenimento no Brasil e acompanha os desdobramentos de artistas como Anitta, Regina Casé, Gabriela Pugliesi, Bruno Gagliasso, Giovanna Ewbank, Chay Suede, Alice Wegman, Silva e Sabrina Sato já deve ter ouvido falar de Pedro Tourinho, ou até “Dão”, apelido permitido para os amigos mais próximos. O publicitário baiano, especialista em entretenimento e mídia e fundador das agências Soko e MAP, que sempre viveu por trás das câmeras, está tendo agora seu momento nos holofotes. Isso porque resolveu se aventurar no universo dos livros e está lançando “Eu, eu mesmo e minha selfie – Como cuidar da sua imagem no século XXI”. “É uma experiência interessante de inverter um pouco os papéis, de ser a pessoa que agora dá as entrevistas, de ficar sujeito a tudo que tem de bom e ruim”, confessa em entrevista ao Bahia Notícias. Como não poderia deixar de ser, o lançamento oficial será aqui em Salvador, no dia 26 de agosto, no Museu de Arte Moderna, mas de início, ele avisa: “Não é o livro que tem fofoca. Nele, o leitor aprende a como lidar com fofocas, mas não saberá de fofoca nenhuma”.

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