Robyssão investe em carreira acadêmica por acreditar 'que a música tem prazo de validade'
Robyssão é conhecido pelas suas músicas que ecoam pelos guetos de Salvador, mas é uma pessoa como qualquer outra que busca realizar os seus sonhos na medida do possível. Carioca de nascença, soteropolitano de alma e de ritmo, construiu seu espaço ao inventar o pagofunk, uma mistura que busca integrar o que hoje se configura como suas duas grandes raízes. Pé no chão, apesar de exibir um visual ostentação, o pagofunkeiro, se assim pode se dizer, crava que “todo mundo sabe que a música tem um prazo de validade”. Por isso, o artista acredita que quando a música deixar de ser o melhor plano para seguir a vida, será necessário se reinventar. Acreditando que o sucesso pode ser passageiro, Robyssão já encaminha sua carreira acadêmica com o curso de Administração de Empresas para, no futuro, se tornar um grande empresário. Integrante de um segmento com grande presença no Carnaval, o artista afirma que o “pagode está ganhando espaço muito grande no mercado e está se destacando muito mais que outros gêneros”. No entanto, lamenta que “o pagode precisa, na verdade, de mais reconhecimento por parte dos empresários”. Figura que também marcou a política, por já ter se candidatado a vereador, o pagofunkeiro aproveitou a entrevista concedida ao Bahia Notícias para comentar sobre a atuação parlamentar de Igor Kannário, hoje deputado federal. Robyssão não nega que pretende nos próximos anos tentar novamente um cargo público. Ao mesmo tempo, integra há 10 anos um projeto social: “As pessoas reclamam da vida, mas quando você vê que existe sofrimento maior que o seu, você vai ver que realmente tem que agradecer a Deus e não reclamar”.

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Quinta, 14 de Março de 2019 - 11:10

Diretor da TV Bahia não vê Bocão como opção: 'Tem habilidade, não quer dizer que tem perfil'

por Júnior Moreira Bordalo

Diretor da TV Bahia não vê Bocão como opção: 'Tem habilidade, não quer dizer que tem perfil'
Formado em Administração de empresas e diretor executivo da TV Bahia desde 2012, João Gomes começou a carreira na área de telecomunicação, na antiga Telebahia. De lá foi convidado para integrar o time da afiliada da Rede Globo para montar a estrutura do escritório em São Paulo, onde ficou por dois anos. Em seguida, assumiu o marketing da TV e todas as empresas do grupo, que incluem jornal, rádios e o portal iBahia. Após nove meses de passagem pela Braskem, voltou para a TV Bahia e assumiu o atual cargo. De lá para cá, entendeu que o seu maior desafio, enquanto gestor, é não perder relevância diante da população, mesmo com um quadro em que a audiência derrapa e fica em segundo lugar, especialmente no horário do almoço. “Se eu retrato um caso de violência, não faço isso extenuando a situação daquela pessoa. Faço isso acompanhando os desdobramentos daquele caso. Não vamos trazer para o palco a violência, mas a violência é uma realidade social, tem que estar presente, pois faz parte. Porém, entrevistar o bandido não traz relevância para o telespectador, para a sociedade e nem para a solução do problema. Entrevistar muitas vezes o delegado que faz parte da operação e ficar muito tempo ali não é o ideal. A ideia é saber qual a história por trás, o que pode ser feito para mudar aquela situação. É como falar sobre o tema”. No papo, Gomes confessou não ter problema em admitir as derrotas no Ibope, mas reafirmou sua predominância no primeiro lugar, com 66% dos minutos em 2018. Disse estar satisfeito com o trabalho de Jéssica Senra e pontuou que consumir televisão é uma questão de hábito. Logo, trazer Zé Eduardo, que comanda o “Balanço Geral”, seu principal concorrente, nunca foi uma opção. “Em nenhum momento, porque não é por números de audiência que escolhemos alguém para trabalhar com a gente. É pela proposta. O conteúdo tem que estar ligado com aquilo que nos comprometemos a entregar. Agora nós temos muito mais perdas no horário do almoço do que vitórias. Mas como já disse outras vezes: celebro mesmo perdendo nos números se sairmos com a consciência de um bom trabalho de entrega para o telespectador”, reafirmou.

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Quinta, 14 de Fevereiro de 2019 - 11:10

Ishmael aposta em 'leveza' e 'desconstrução' para segurar mais de 2 horas de 'JM'

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Ishmael aposta em 'leveza' e 'desconstrução' para segurar mais de 2 horas de 'JM'
Há quase 10 anos os baianos recebem pela manhã o simpático bom dia do jornalista Ricardo Ishmael. Desde 2010 à frente do “Jornal da Manhã”, na TV Bahia, o apresentador acredita que a forma de comandar um noticiário e cumprir com o papel de informar tem exigido constantes readaptações. “Eu vou imprimir uma leveza nesse jornal, porque não?”, sugere e executa o profissional, ao mesmo tempo em que afirma estar cada vez mais afastado do modo clássico e sisudo do jornalismo. Ishmael acredita que, no processo de apresentação de um noticiário de cerca de 2 horas como o “Jornal da Manhã”, que a partir da próxima segunda-feira (18) passará a ter 2h30 no ar, é ideal provocar certas desconstruções, não só no abandono do paletó e gravata, mas também na forma como o jornalista se conecta com o telespectador dando a “ideia de que você passe para o cidadão que essa é a nossa casa e você é bem-vindo nela”. Natural de Serrinha e com uma rotina fora do normal para muitas pessoas, Ricardo acorda às 3 horas da manhã para poder organizar e planejar a atração, a qual apresenta ao lado da jornalista Thaic Carvalho. Após as 12 horas, o apresentador se sente livre, mas logo em seguida parte para outro projeto que vem realizando há dois anos. Com uma paixão desde jovem em ler e criar histórias, o jornalista fã dos livros de Jorge Amado está prestes a lançar a sua segunda obra literária. 

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Quinta, 10 de Janeiro de 2019 - 11:10

Carla Cristina diz que As Meninas não deu ‘lucro algum’, mas que sonha em voltar com grupo

por Ian Meneses / Júnior Moreira Bordalo

Carla Cristina diz que As Meninas não deu ‘lucro algum’, mas que sonha em voltar com grupo
O ano era 1999 quando o Brasil foi contagiado pelos seguintes versos politizados: “Onde o rico fica cada vez mais rico e o pobre cada vez mais pobre. E o motivo todo mundo já conhece: é que o de cima sobe e o de baixo desce”. Vinte anos depois, a música segue rendendo e a situação do Brasil continua semelhante. Voz responsável por “Xibom Bombom”, Carla Cristina viu sua vida mudar após o sucesso de As Meninas, porém resolveu deixar o grupo três anos depois. “As divergências partiram exatamente daí. Pensava da seguinte forma: ‘Os caras têm toda uma visão de mercado e de vendas, mas quem está diretamente com o público são os artistas e, às vezes, a gente ficava em necessidade. Então, começaram a surgir algumas coisinhas que fugiam da proposta inicial e a gente passou a escutar um monte de críticas”, lembrou em entrevista ao Bahia Notícias. Além de Carla, a formação inicial contava com Angélica e Cibele como backing vocals e dançarinas, Fernanda na guitarra elétrica, Jujuba no saxofone e Ratinha, Titi e Dilmara como percussionistas. Questionada se não tem interesse em fazer uma volta comemorativa – já que o grupo acabou definitivamente em 2009, respondeu: “Eu adoraria fazer. A dificuldade maior que eu vejo é na questão da mesma formação. Antes de eu sair, Fernanda já tinha ido para os EUA, Jujuba mora na Alemanha. Então, acho que seria um pouco complicado, a não ser que entrasse uma gravadora ou patrocínio muito bom para arcar com todas essas despesas. Vontade não falta”. Ainda no papo, Carla falou sobre sua vida como apresentadora, feminismo e futuro político do Brasil.

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Quarta, 26 de Dezembro de 2018 - 11:00

Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Chico Kertész sente 'menos interesse' no Axé, mas crê que renovação pode reverter crise
Chico Kertész pode ser considerado um profissional multitarefas, até porque ele mesmo diz que “não dá para ser uma coisa só”. Além de sua apresentação diária no Jornal da Cidade, na Rádio Metrópole, o empresário também se dedica à área audiovisual. Com sua produtora Macaco Gordo, Chico tem trabalhado com filmes documentários e também está por trás da criação e execução de clipes de artistas como Claudia Leitte, Denny Denan, Daniela Mercury e Harmonia do Samba.  Chico K., como também é conhecido, tem se empenhado nos últimos anos em trazer de volta ao público a importância que o Axé Music tem para a vida dos baianos e como o movimento marca a cultura brasileira. “Eu percebi, um dia, que não era possível que até hoje ninguém fez isso, uma história que é tão rica”, diz Chico ao pensar na criação do filme documentário “Axé – Canto do Povo de um Lugar” (2017).  Dar espaço a este universo que não se resume somente ao Carnaval provocou nele uma dualidade de perspectivas com o futuro do Axé. Por um lado, ele confessa que às vezes tem “a sensação de que as pessoas estão menos interessadas”, por outro, mantém esperanças de que “tem um ciclo vicioso ruim que precisa ser corrompido”, para assim dar “oportunidade aos novos” e “botar a galera para tocar”.

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Terça, 27 de Novembro de 2018 - 11:00

Patrícia Abreu relembra susto com demissão da Record e anuncia projeto: ‘Vai ser minha cara’

por Ian Meneses / Júnior Moreira Bordalo

Patrícia Abreu relembra susto com demissão da Record e anuncia projeto: ‘Vai ser minha cara’
Por 13 anos, Patrícia Abreu foi um dos principais nomes femininos do jornalismo esportivo na Bahia. Nascida em Itabuna, a comunicadora começou na TV Cabrália – afiliada da Record – e ganhou o grande público ao comandar 'Bahia Esporte’ durante 10 anos e depois o ‘Globo Esporte’. Quando tudo pareceria estabilizado, decidiu migrar para a TV Itapoan e inaugurou e apresentou por um ano o ‘BA Record’ até ser demitida um dia antes de suas férias. “Não esperava. Terminei de fazer o programa, foi na véspera de minhas férias, já estava anunciando que iriamos nos encontrar no mês que vem e tal. Acabou o programa, fui chamada e veio a determinação de São Paulo, com a quebra de contrato e o motivo sem saber... Foi um baque, tomei um susto. O motivo até hoje não sei, gostaria muito de saber de verdade...”, frisou. Passado o susto, agora está focada na nova fase e anunciou projeto novo. “Está no forno, ainda assando, mas em dezembro ou janeiro nas plataformas digitais. Vai ser uma coisa que é muito minha cara (risos). Vou ser meu próprio chefe”, vibrou.

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Quinta, 11 de Outubro de 2018 - 11:00

Lore Improta diz que se incomodava em dançar músicas 'pesadas' na frente de crianças

por Júnior Moreira Bordalo / Ian Meneses

Lore Improta diz que se incomodava em dançar músicas 'pesadas' na frente de crianças
Lore Improta. Percebendo que em seus trabalhos o público infantil se faz presente e compreendendo que elas precisam de um entretenimento compatível com as suas idades, Lore fez o seguinte questionamento: “O que eu posso levar de novo para elas?”.Criar o espetáculo “O Fantástico Mundo da Lore”, o qual conta a sua história por meio de sua descoberta no mundo da dança, fez com o que a loira resolvesse um problema que lhe deixava desconfortável enquanto se apresentava em projetos anteriores: “Eu não conseguia nem dançar direito porque tinha muitas criancinhas na minha frente, às vezes a letra da música é muito pesada, então para ter crianças assistindo aquilo ali me incomodava”. Foi então que há cerca de 8 ou 9 meses um novo projeto surgiu, mas Lore deixa claro de que não se trata de “um musical onde eu estou cantando”, apesar de ter gravado três músicas inéditas. Inspirada na dançarina e cantora Carla Perez, artista que ela sempre conviveu através do bloco infantil “Algodão Doce”, Improta tem o desejo de preencher “uma lacuna que as pessoas não estão conseguindo trazer novidades”.Apesar de estar feliz com “O Fantástico Mundo da Lore”, a dançarina sabe que críticas estão surgindo justamente “porque as pessoas não tem noção do que estamos preparando”. No entanto, ela garante que “pegará essas críticas como uma coisa construtiva para melhorar sempre”.

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Sexta, 14 de Setembro de 2018 - 11:00

Josenel Barreto 'diminuiu ritmo' após ficar doente por causa de rotina de trabalho

por Júnior Moreira / Ian Meneses

Josenel Barreto 'diminuiu ritmo' após ficar doente por causa de rotina de trabalho
No ar na Rádio Excelsior com o “Alô Excelsior”, o feirense Josenel Barreto começou o seu trabalho com a música através de apresentações como DJ nas boates. Além de ter construído a carreira como locutor, mesmo considerando a sua voz "diferenciada dos demais locutores”, Barreto trabalhou como empresário de cantores e grupos do Axé como Ricardo Chaves, Gera Samba e Terra Samba. O contato com esse ambiente, no qual “todo mundo se conhecia e era um mercado de amizade”, fez com que ele tornasse uma espécie de "palpiteiro" das carreiras de diversos artistas do segmento. O dono do bordão "Mocinhas? Pirraça que eu gosto, vai!” criou em parceria e geriu alguns blocos da Folia de Momo como “Eu Vou” e “Gula Gula”. Hoje, no entanto, vê com preocupação o estado em que está o Carnaval de Salvador, com a diminuição dos blocos e o desgaste dos camarotes. Josenel acredita que “o Carnaval de 2019 vai depender muito da criatividade das pessoas”. Josenel conta que costumava viajar pelas rádios do sudeste para conhecer o novo que se fazia por lá e que “dormia e acordava respirando rádio”. Agora, prefere “não se preocupar de todo dia estar correndo atrás do sucesso que está aí”. Esse aprendizado surgiu depois de passar por “uma vida muito intensa”, ao ponto de ficar doente e ter que se afastar da rádio por quase 1 ano. Somado ao fato de ter sido DJ, empresário e ser locutor, Josenel teve uma experiência como vereador em Salvador. “Na época sentia que o mercado artístico precisava da política”. A convivência no meio, no entanto, lhe trouxe outro aprendizado que lhe fez interromper a sua carreira como parlamentar. Para ele, “política é para quem é político para quem sabe fazer político”.

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Quinta, 09 de Agosto de 2018 - 11:00

Ex-TV Bahia, Jefferson Beltrão fala dos telejornais locais: 'Sinto falta de notícias'

por Júnior Moreira

Ex-TV Bahia, Jefferson Beltrão fala dos telejornais locais: 'Sinto falta de notícias'
“Fiquei meio sem chão, já que estava na Rede Bahia há 27 anos. Porém, depois que aconteceu [a demissão] e eu pude me reencontrar posso dizer que foi a melhor coisa, pois expandi minha área de atuação. Hoje, tenho uma qualidade de vida melhor e dependo mais de mim”. Assim pensa Jefferson Beltrão, apesar de confessar que aceitaria trabalhar lá novamente. Há três anos, o jornalista passou por um momento delicado de sua vida – o desligamento da afiliada da Globo – e se reinventou. Para se ter uma ideia, atualmente ele é gestor, locutor e apresentador da rádio A Tarde FM, comanda um programa de entrevistas na TV Assembleia, promove e ministra cursos de oratórias e até virou empresário do ramo da papelaria. Atividades inviáveis, caso seguisse como editor-chefe e âncora do “BATV”. Jefferson começou a trabalhar com comunicação em 1978. Aos 16 anos, integrou o time da rádio Vanguarda de Varginha, em Minas Gerais. Na época, sua vontade era concluir o antigo segundo grau e fazer Odontologia. Perseguindo o desejo, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1980, foi reprovado no vestibular para Odonto e acabou novamente em outra rádio. “No meio do ano, por influência, resolvi fazer Comunicação Social com Jornalismo e não saí mais. Estou até hoje. No Rio, passei por alguns sistemas de rádios, como a Eldorado, do sistema Globo, Ipanema, Capital e Fluminense”. Quatro anos depois, recebeu o convite da extinta Manchete para trabalhar em Salvador. Por aqui, passou pelo Correio da Bahia, TV Aratu, Itapoan, Globo FM e Salvador FM. “Já são 33 anos aqui e acabei fortalecendo um pouco mais a minha relação com a Bahia”. Na entrevista, Jefferson ainda avaliou os programas jornalísticos das emissoras locais e admitiu que "sente falta de notícias" em alguns deles.

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Sexta, 20 de Julho de 2018 - 12:00

‘Seduzida’ por novo formato, Smetak diz que ‘não queria ser peça de marketing' na Record

por Ian Meneses / Gabriel Rios

‘Seduzida’ por novo formato, Smetak diz que ‘não queria ser peça de marketing' na Record
Atual líder de audiência no programa Bahia no Ar, na Record TV Itapoan, Jéssica Smetak decidiu fazer Jornalismo "sem saber o que iria encontrar pela frente". Ela enfrentou os pais, que queriam que ela fizesse Direito ou Medicina, se formou e chegou à TVE, onde passou por um "susto" em uma das primeiras participações ao vivo que teve. Mas nem o imprevisto fez com que tivesse medo. Por isso, quando surgiu a oportunidade de trabalhar com produção na TV Bahia, não pensou duas vezes. Dedicada a aprender, Smetak ouviu quem já estava lá há mais tempo, observou os colegas e, quase por acaso, se tronou parte da equipe de reportagem. "Acabou surgindo uma pauta no dia que precisava de uma repórter. Eu tinha uma bagagem da TVE, que é um laboratório, pois você faz tudo. Então a pessoa que estava nesse dia para fazer essa pauta era Jéssica", lembrou. Foi com essa mesma vontade de aprender que Jéssica decidiu ir para a Record, após quase 5 anos na filiada da TV Globo: "Uma linguagem diferente, um projeto diferente, um jornalismo cidadão, tudo isso que a Record já faz e é reconhecida, além do fato de fazer um jornal sozinha. Foi bacana. Não teve como pensar duas vezes". A única coisa da qual Smetak fez questão foi garantir que não era apenas moeda de troca. O convite para assumir o Bahia no Ar veio após a antiga âncora do programa, Jéssica Senra, ser contratada pela TV Bahia. "Quando eu falei com Fábio Tucilho, eu disse: 'Fábio, por quê Jéssica? Eu não quero ser peça de jogo de marketing'. Mas ele disse: 'não. Eu escolhi você por ser jovem, por estar em ascensão, e porque eu sei que você tem potencial para abraçar esse formato diante de todos os outros profissionais de mercado que eu olhei'. Ele foi bem franco".

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