Auditoria aponta sonegação no Vitória
Após o rebaixamento do Vitória para a Série B do Campeonato Brasileiro, outra notícia nada agradável foi divulgada na Toca. Uma auditoria realizada entre agosto de 2007 e junho 2009 apontou sonegação fiscal de R$3,6 milhões. Além disso, o relatório apontou gastos incompatíveis como a compra de absorventes, saias, bebidas alcóolicas e ração para animais.
A auditoria aponta o clube arrecadou impostos dos profissionais, mas não repassaram para a Previdência Social (INSS, no valor de R$1,3 milhão), para a Previdência Social (INSS, no valor de R$1,3 milhão). O total arrecadado e não repassado é R$4.086.411,82.
Esse valor teria sido arrecadado dos profissionais que passaram pelo clube, mas não foram repassados para a Previdência Social (INSS, no valor de R$1,3 milhão), Receita Federal (Imposto de Renda, no valor de R$1,9 milhão, e PIS, CSSL e Cofins, no valor de R$472 mil), além da prefeitura municipal (ISS, no valor de R$ 425 mil). No total, o montante arrecadado e não repassado é de R$4.086.411,82, sem a correção.
De acordo com o relatório, as irregularidades não param por aí. Adiantamentos e pagamentos de atividades incompatíveis com o clube foram detectados: gastos com taxis, refeições, serviço de terceiros, entre outros. A auditoria ainda revelou que Jorginho Sampaio, ex-presidente do Vitória S/A, recebeu R$119.596,16 de adiantamentos, sendo que em uma das parcelas não houve a declaração na folha de pagamentos do clube para o devido recolhimento do Imposto de Renda e INSS.
A auditoria aponta o clube arrecadou impostos dos profissionais, mas não repassaram para a Previdência Social (INSS, no valor de R$1,3 milhão), para a Previdência Social (INSS, no valor de R$1,3 milhão). O total arrecadado e não repassado é R$4.086.411,82.
Esse valor teria sido arrecadado dos profissionais que passaram pelo clube, mas não foram repassados para a Previdência Social (INSS, no valor de R$1,3 milhão), Receita Federal (Imposto de Renda, no valor de R$1,9 milhão, e PIS, CSSL e Cofins, no valor de R$472 mil), além da prefeitura municipal (ISS, no valor de R$ 425 mil). No total, o montante arrecadado e não repassado é de R$4.086.411,82, sem a correção.
De acordo com o relatório, as irregularidades não param por aí. Adiantamentos e pagamentos de atividades incompatíveis com o clube foram detectados: gastos com taxis, refeições, serviço de terceiros, entre outros. A auditoria ainda revelou que Jorginho Sampaio, ex-presidente do Vitória S/A, recebeu R$119.596,16 de adiantamentos, sendo que em uma das parcelas não houve a declaração na folha de pagamentos do clube para o devido recolhimento do Imposto de Renda e INSS.