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Promessa da base do Vitória, Eduardo sonha em chegar ao profissional

Por Glauber Guerra

Promessa da base do Vitória, Eduardo sonha em chegar ao profissional
Foto: Divulgação / Vitória

Com várias convocações para a Seleção Brasileira Sub-15 e Sub-17, o lateral-esquerdo Eduardo, de16 anos, é considerado uma das promessas da base do Vitória. Ainda com um pouco de timidez, o jogador sonha em chegar ao profissional do Leão e poder proporcionar alegria para os torcedores.

 

“Me imagino no futuro jogando em alto nível, chegar ao profissional do Vitória e poder dar alegrias aos torcedores. Estou trabalhando para isso”, disse em entrevista ao Bahia Notícias.

 

Além do sonho de se firmar no profissional do Vitória, Eduardo também tem outras metas. Ele deseja atuar no futebol europeu. 


Foto: Divulgação/ CBF

“Mais para frente sonho em jogar na Europa. É o objetivo da maioria dos jogadores. Mas isso não é por agora. É para daqui a alguns anos. Meu foco é subir de degrau em degrau até me firmar no Vitória e dar alegrias aos torcedores”, destacou.

 

Filho do casal Selma e José Mário, Eduardo deseja proporcionar um melhor bem-estar para o seus pais. “Quero comprar uma casa para meus pais  e poder dar uma condição melhor para eles”, pontuou.

 

Morador do Candeal de Brotas, Eduardo relembrou os seus primeiros contatos com a bola, quando ainda tinha três anos de idade. “Comecei a jogar muito cedo. Eu tinha três para quatro anos. Na época aqui no bairro [Candeal de Brotas] não tinha treino por idade. Era todo mundo junto, tanto os grandes como os menores. E eu era o único mais novo. A maioria das crianças tinha oito anos e eu era o único moleque novo ali correndo para lá e para cá. Uma vez minha tia me mandou sair do treino porque eu era mais novo. Aí minha mãe perguntou ao treinador se era necessário mesmo eu sair, mas ele disse que era para ficar. E todo dia eu estava lá treinando com os mais velhos”, afirmou.

 

Eduardo ainda contou como chegou no Vitória, quando ainda tinha apenas 10 de idade. “Continuei treinando e fui convidado para treinar na Escolinha de São Marcos (Cefab). Fiquei treinando três meses e teve um jogo contra o Vitória. Aí eles me chamaram para treinar com a base do Vitória, que na época era o sub-11. Eu tinha 10 anos. Os treinadores da comunidade sempre me incentivaram junto com Paulinho, professor da Cefab. Aprendi muitas coisas na escolinha e quando cheguei no Vitória ficou tudo mais fácil. Fui ganhando maturidade no Vitória. Então chegaram as convocações, fui convocado para a Seleção Brasileira Sub-15 no ano passado e fiquei muito feliz. Eu não sabia que seria convocado. Quando vi meu nome na lista eu chorei em casa. Ali foi só o começo de uma nova história. Disputei recentemente o torneio da Nike Friendlies pela Seleção Sub-17 nos Estados Unidos. Só tenho que agradecer a Deus por tudo e fico feliz em saber que meu trabalho está sendo reconhecido”, finalizou.