Em nota, Walter Seijo rebate críticas do diretor jurídico do Vitória
O clima entre a atual gestão do Vitória e a oposição vem esquentando. No ‘caso Edinho Narareth’, o diretor jurídico do clube, Otávio Freire, fez críticas ao ex-presidente Paulo Carneiro e ao ex-vice Walter Seijo (entenda aqui) – este último em nota, respondeu às pontuações do atual dirigente rubro-negro, que considera que a dupla teria causado problemas entre a agremiação e a Receita Federal.
De acordo com Seijo, nenhuma prática feita pela diretoria à sua época foi irregular. “Não é verdade, todas as operações sempre foram realizadas de maneira regular, legal e todos os atos contabilizados”, respondeu.
No imbróglio envolvendo Edinho, segundo Freire, o negócio não foi devidamente registrado no clube. Segundo o ex-vice rubro-negro, essas e outras negociações foram observadas numa auditoria feita empresa PricewaterhouseCoopers.
Ainda nas palavras de Seijo, o dinheiro que pagaria a dívida com Edinho não foi proveniente do banco Excel, ex-parceiro do clube baiano – sem essa verba, o Vitória teria recorrido a um acordo para ceder fatias de direitos econômicos dos jogadores Marcone, Dudu, Fernando e Moisés. “Esta confissão de dívida é de 1999 e a negociação com o Excel Group é de 12 de junho de 2000, portanto, anterior a aquisição das ações feita pelo grupo argentino”, rebateu.
