Euller se emociona ao falar de Arthur Maia e Caio Júnior
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
O lateral-esquerdo Euller, do Vitória, não conseguiu segurar a emoção ao relembrar do amigo Arthur Maia e do seu ex-técnico Caio Júnior, que foram vítimas na tragédia da queda do avião da Chapecoense.
“Não só o Arthur. Arthur, joguei com ele muito tempo, desde 2013, tive oportunidade de jogar várias vezes com ele. Era um menino muito bom. É doloroso, porque a gente tinha um pouco mais de afinidade, intimidade um com o outro, mas a gente sente por cada atleta que faleceu. Caio Jr. também, professor que me deu oportunidade pela primeira vez, acabou me colocando para jogar. Eu disse no jogo contra a Chapecoense, agradeci. Quando ele saiu daqui, não consegui agradecer pessoalmente como eu queria. Cheguei lá no jogo, a primeira pessoa que eu procurei foi ele, agradeci por ter me dado oportunidade e falei que esperava ainda trabalhar com ele, jogar novamente com ele, um grande treinador. Infelizmente... Não pude cumprir com isso. Enfim”, disse o lateral com a voz embargada.
“Não só o Arthur. Arthur, joguei com ele muito tempo, desde 2013, tive oportunidade de jogar várias vezes com ele. Era um menino muito bom. É doloroso, porque a gente tinha um pouco mais de afinidade, intimidade um com o outro, mas a gente sente por cada atleta que faleceu. Caio Jr. também, professor que me deu oportunidade pela primeira vez, acabou me colocando para jogar. Eu disse no jogo contra a Chapecoense, agradeci. Quando ele saiu daqui, não consegui agradecer pessoalmente como eu queria. Cheguei lá no jogo, a primeira pessoa que eu procurei foi ele, agradeci por ter me dado oportunidade e falei que esperava ainda trabalhar com ele, jogar novamente com ele, um grande treinador. Infelizmente... Não pude cumprir com isso. Enfim”, disse o lateral com a voz embargada.
Euller se apega na fé para tentar superar a perda dos seus amigos e colegas de trabalho.
“É até difícil até de falar. Não temos palavra para descrever tamanha tragédia. Infelizmente, a gente do meio acaba sofrendo mais, porque são colegas de trabalho, pessoas que jogaram com a gente. É Muito triste. É o mínimo que a gente pode fazer, uma oração, pedir a Deus que dê força principalmente para esposas, familiares. Não só jogadores, mas da imprensa, que estavam envolvidos no voo. É difícil até de falar”, comentou.
