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Ivã de Almeida não crê em judicialização da eleição do Vitória

Por Glauber Guerra / Edimário Duplat

Ivã de Almeida não crê em judicialização da eleição do Vitória
Foto: Glauber Guerra/Bahia Notícias
No lançamento da chapa Vitória do Torcedor, que concorrerá ao pleito eleitoral do Rubro-negro, o candidato à presidência do clube, Ivã de Almeida, falou sobre a responsabilidade de assumir a agremiação e reiterou o desejo da mudança de estatuto do clube, além de comentar sobre uma possível judicialização da eleição, que pode acontecer por conta da chapa Vitória Gigante, que teve sua candidatura indeferida na última quarta-feira (23). “A chapa Vitória Torcedor tem um plano de trabalho, tem metas a cumprir, sabemos da nossa responsabilidade, sabemos que o maior vetor disso é a qualificação profissional de nossos atletas e principalmente para estabelecer no clube um ambiente transparente nas discussões e democrático. Então, isso vai se dar conforme todas as nossas discussões que o torcedor tem acompanhado que é a reforma do estatuto”, afirmou o candidato sobre o processo eleitoral do Leão da Barra. Pelos atuais moldes, o sócio-torcedor vota em uma chapa composta por 270 conselheiros e os membros eleitos definem quem irá comandar o Leão nos próximos três anos. Sobre um risco de judicialização da eleição, Almeida não acredita que o entrave com a chapa Vitória Gigante acabe com uma resolução na justiça, seguindo como um problema interno do clube. Além disso, o candidato acredita no trabalho do atual conselho deliberativo do Rubro-Negro. “Eu acho que a chapa Vitória do Torcedor, apesar de estar acompanhando esse processo de perto, não acredita na questão da judialização. Acho que está mais para a esfera de uma discussão mais acirrada sobre como ocorreu o processo. Mas conhecendo José Rocha, presidente do conselho, e suas decisões, não tenho dúvida que ele se pautou no melhor possível para o clube e respeitando a posição da chapa”. O pleito eleitoral acontece no dia 11 de dezembro, um domingo, no Barradão.