Sinval Vieira anuncia apoio à chapa 'Vitória do Torcedor'
Foto: Glauber Guerra / Bahia Notícias
Conselheiro do Vitória, Sinval Vieira anunciou neste domingo (30) apoio a chapa “Vitoria do Torcedor”, grupo de oposição à diretoria do clube Rubro-negro.
"Desde o início que estou com a chapa que eu chamaria a chapa autêntica da oposição. Estou com a oposição. Minha posição é esta: Vitória do Torcedor. É a chapa que vou votar", disse Sinval, por meio de sua assessoria de imprensa.
A chapa “Vitória do Torcedor” ainda não anunciou quem será o escolhido para ser candidato à presidência da agremiação, nem quem irá encabeçar o Conselho Deliberativo. O grupo conta com apoio de nomes como Adhemar Pinheiro Lemos Júnior, Antônio Rodrigues (Cacau), Augusto Vasconcelos, Albérico Mascarenhas, entre outros.
O Vitória é comandado bionicamente por presidente escolhido por algumas centenas de conselheiros. O pleito eleitoral está marcado para dezembro. Raimundo Viana é o atual presidente e irá a concorrer à reeleição.
A tendência é que o pleito eleitoral tenha três chapas. A da atual diretoria, “Vitória do Torcedor” e “Vitória por Todos Nós”, composta por dissidentes do grupo de Raimundo Viana.
"Desde o início que estou com a chapa que eu chamaria a chapa autêntica da oposição. Estou com a oposição. Minha posição é esta: Vitória do Torcedor. É a chapa que vou votar", disse Sinval, por meio de sua assessoria de imprensa.
A chapa “Vitória do Torcedor” ainda não anunciou quem será o escolhido para ser candidato à presidência da agremiação, nem quem irá encabeçar o Conselho Deliberativo. O grupo conta com apoio de nomes como Adhemar Pinheiro Lemos Júnior, Antônio Rodrigues (Cacau), Augusto Vasconcelos, Albérico Mascarenhas, entre outros.
O Vitória é comandado bionicamente por presidente escolhido por algumas centenas de conselheiros. O pleito eleitoral está marcado para dezembro. Raimundo Viana é o atual presidente e irá a concorrer à reeleição.
A tendência é que o pleito eleitoral tenha três chapas. A da atual diretoria, “Vitória do Torcedor” e “Vitória por Todos Nós”, composta por dissidentes do grupo de Raimundo Viana.
